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Minuto IF

18 textos publicados

A coluna Minuto IF explica assuntos institucionais e divulga informações importantes sobre o funcionamento do IFMS de maneira clara e acessível aos estudantes. Seu conteúdo abrange setores, direções, regulamentos, projetos de ensino, atividades acadêmicas, mudanças institucionais, oportunidades e orientações para a vida escolar, incluindo entrevistas com gestores e responsáveis por diferentes áreas do campus. Com formatos variados, como entrevistas, textos informativos e explicações de procedimentos, utiliza uma linguagem direta e apresenta exemplos e esclarecimentos práticos sobre questões técnicas e administrativas. Dessa forma, traduz informações institucionais para o público estudantil, reduzindo dúvidas e facilitando o acesso dos alunos a serviços, projetos e orientações importantes para sua vida acadêmica.

Ed. 22 A Semana do Meio Ambiente do IFMS é um evento anual que visa homenagear o Dia Mundial do Meio — Ed. 22, p. 14

A Semana do Meio Ambiente do IFMS é um evento anual que visa homenagear o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho. A programação da Semana inclui diversas atividades educativas como oficinas, palestras, minicursos, visitas técnicas, gincanas ambientais, trilha ecológica, plantio e distribuição de mudas. Essas atividades podem ser abertas ou não para o público externo. Contudo, o evento visa conscientizar o público em relação às causas ambientais, a partir da disseminação de conhecimento científico e educacional produzido no IFMS, além de promover a preservação dos recursos naturais através da circulação de conhecimento. Por fim, é sempre muito importante despertar o interesse da comunidade interna e externa para ações como esta, que possibilitam um ambiente de ensino OFICINA: ANITA RODDICK – UM PROTÓTIPO DE EMBALAGEM SUSTENTÁVEL PARA O COTIDIANO Ministrada pelas alunas bolsistas do projeto ADMelle, a oficina educativa discutiu a trajetória da empreendedora Anita Roddick, abordando tanto sua história pessoal quanto profissional, marcada por uma infância humilde, uma adolescência ativista e um olhar desde cedo voltado para o empreendedorismo, buscando sempre conciliá-lo com a sustentabilidade. A oficina também enfatizou o sucesso de sua loja de cosméticos The Body Shop, que revolucionou a indústria de produtos veganos e sustentáveis, além de ter sido uma empresa muito importante para as campanhas de meio ambiente, participando com frequência de protestos ativistas. OFICINA: MÍNIMO PRODUTO VIÁVEL (MVP) A oficina conduzida pela pesquisadora Denise Silva, da Bruaca Negócios Socioambientais, apresentou de forma aplicada conceitos relacionados ao desenvolvimento de soluções inovadoras, processos de ideação e criação de MVPs (Produtos Mínimos Viáveis) no âmbito do empreendedorismo inovador. A atividade também proporcionou aos estudantes uma maior compreensão da economia ambiental do estado, por meio do contato com metodologias empregadas na Semana do Meio Ambiente Um olhar para a educação ambiental OFICINA: A QUÍMICA DA TERRA – ANÁLISE DO SOLO E FERTILIDADE NA HORTA INTEGRATIVA DO IFMS A oficina “Química da Terra” apresentou o projeto da horta integrativa do IFMS - Campus Campo Grande, que é uma proposta de transformação do espaço não utilizado do campus em um laboratório a céu aberto, unindo os estudos de biologia e química por meio da aplicação de práticas agroecológicas, produção e experimentos científicos. O objetivo da horta, além de educativo, é fortalecer a segurança alimentar e a educação nutricional, a partir do fornecimento dos vegetais e hortaliças produzidos, bem como valorizar os saberes tradicionais indígenas e afro-brasileiros no processo de produção. A oficina foi dividida em duas PALESTRA: ROTA BIOCEÂNICA – DA INFRAESTRUTURA À COMERCIALIZAÇÃO TURÍSTICA SUSTENTÁVEL A Palestra “Rota Bioceânica - da infraestrutura à combercialização turística sustentável”, ministrada pelo professor Dr. Thiago Andrade Asato, trouxe aos expectadores o contexto da rota bioceânica, sua vvvimportância para o espaço em que se desenvolve, além de apresentar os diferentes impactos econômicos consequentes da rota bioceânica no Brasil e, mais especificamente, no estado de Mato Grosso do Sul, bem como nos outros países Sul-Americanos a qual atravessa. Para além, a palestra também alertou para o crescimento do turismo nas áreas da rota, apresentando o conceito de turismo sustentável, que se caracteri Compartilhado com a equipe VOX

Ed. 21 Empreendedorismo Jovem — Ed. 21, p. 11

Empreendedorismo Jovem Iniciativa e inovação marcam a nova geração de empreendedores no Brasil Atualmente, muitos jovens ainda enfrentam dificuldades quando o assunto é administrar o próprio dinheiro. A falta de planejamento financeiro e, em alguns casos, a pouca atenção dada ao tema acabam dificultando o desenvolvimento de uma autonomia econômica. Nesse cenário, o empreendedorismo surge como uma alternativa cada vez mais presente, não apenas como escolha, mas muitas vezes como necessidade. Com o objetivo de compreender essa realidade no IFMS, foi realizada uma pesquisa com estudantes do campus CG. Os resultados indicam que, embora o empreendedorismo já esteja presente, ele ainda não é maioria: parte dos estudantes já desenvolve alguma atividade, enquanto outros ainda não iniciaram, mas demonstram interesse. Entre aqueles que empreendem, dos quais mais de 50% dos respondentes, há uma tendência clara: a maioria atua com venda de alimentos e bebidas, seguida por iniciativas mais pontuais, como a comercialização de produtos simples. Esse dado revela um perfil de empreendedorismo acessível, que exige menor investimento inicial e permite retorno mais rápido E algo compatível com a rotina estudantil. As motivações também chamam atenção. De forma praticamente unânime, os estudantes apontam a necessidade financeira e a busca por independência como os principais motivos para empreender. Além disso, fatores como o interesse em criar algo próprio e a influência das redes sociais também aparecem, indicando que o empreendedorismo juvenil combina necessidade com iniciativa. No entanto, os desafios são expressivos. Mais de 70% dos estudantes destacam a falta de tempo e a dificuldade de conciliar estudo e trabalho como os principais obstáculos. Soma-se a isso a falta de apoio, a carência de conhecimentos sobre gestão e até mesmo limitações relacionadas à venda dentro da própria instituição. Esses fatores evidenciam que, embora exista interesse, o ambiente ainda impõe barreiras concretas. Diante dessas dificuldades, o empreendedorismo é amplamente reconhecido como algo positivo. Muitos estudantes relatam que empreender se torna especialmente relevante quando associado a objetivos coletivos, como a arrecadação de recursos para a formatura. Nesse contexto, estratégias como venda de alimentos e rifas aparecem como as mais utilizadas, justamente por serem acessíveis e eficazes. Outro ponto relevante é que parte dos estudantes já possui alguma forma de renda e demonstra iniciativas básicas de organização financeira, como controle de gastos e planejamento. Ainda assim, os próprios participantes indicam que capacitação, incentivo e espaços para divulgação seriam fundamentais para fortalecer essas práticas. De modo geral, a pesquisa evidencia que o empreendedorismo entre estudantes do IFMS já se faz presente, ainda que de forma inicial, concentrando-se em atividades acessíveis como a venda de alimentos. Impulsionado principalmente pela necessidade financeira e pela busca por independência, esse movimento convive com desafios significativos, como a falta de tempo, a dificuldade de conciliar estudos e trabalho e a limitação de apoio. Ainda assim, revela-se como uma prática valorizada, especialmente quando associada a objetivos coletivos, indicando um potencial que pode ser ampliado por meio de incentivo, capacitação e maior abertura de espaços destinados ao empreendedorismo. O VOX, agradece à todos os estudantes entrevistados pela disponibilidade e colaboração! Empreeder Jovem

Ed. 20 Novo laboratório de mecânica é inaugurado — Ed. 20, p. 9

Novo laboratório de mecânica é inaugurado Espaço amplia a estrutura para aulas práticas e fortalece a formação técnica dos estudantes do curso de mecânica A cerimônia de inauguração do laboratório de Mecânica marcou um momento significativo para a comunidade acadêmica do IFMS - CG Realizado no dia 23/02, o evento reuniu estudantes, professores, servidores, gestores e autoridades convidadas, consolidando mais um importante avanço na infraestrutura educacional da instituição que teve um investimento total de 1,5 milhão. O novo espaço foi projetado para atender às demandas práticas do curso de graduação de Engenharia Mecânica e do curso técnico em mecânica, oferecendo melhores condições para o desenvolvimento de atividades técnicas, aulas práticas e projetos integradores. Com uma estrutura moderna e adequada. O laboratório conta com equipamentos de ciências térmicas, conformação mecânica, processos de fabricação, além de sala de aula, almoxarifado, sala de reunião e banheiros, proporcionando um ambiente mais seguro, funcional e alinhado às exigências do mercado de trabalho. Durante a cerimônia, estiveram presentes a reitora e o diretor-geral do campus, que destacaram a importância do investimento em educação técnica e profissionalizante. Em seus discursos, foi ressaltado o impacto positivo que o novo espaço trará para a formação dos estudantes, ampliando as possibilidades de aprendizado e fortalecendo a qualidade do ensino ofertado. A programação contou ainda com apresentação cultural do pianista e estudante do campus Felipe Caramel, falas do Senador da República, Nelson Trad, da Deputada Federa, Camila Jara, do Diretor-geral, Dejahyr Lopes Junior, e da da Reitora do IFMS, Elaine Cassiano, que reforçou a importância da educação profissional técnica como meio de transformação social. Além disso, foi feita a além da apresentação do projeto “Quebrador de Castanha de Baru”, permitindo que os participantes conhecessem de perto a estrutura do novo laboratório e suas funcionalidades. O momento simbólico de corte da fita marcou oficialmente a entrega do espaço à comunidade acadêmica. A inauguração do laboratório de mecânica representa um passo importante no compromisso da instituição com a excelência no ensino, reforçando seu papel na formação de profissionais qualificados e preparados para os desafios do mundo do trabalho. A expectativa é que o novo ambiente contribua diretamente para o desenvolvimento técnico, acadêmico e humano dos estudantes, consolidando ainda mais a relevância do IFMS - CG no cenário educacional.

Ed. 19 Nova diretora de ensino fala sobre planos e desafios — Ed. 19, p. 15

Nova diretora de ensino fala sobre planos e desafios Adriana de Melo Miranda é assistente social, mestre em Política Social pela Universidade de Brasília (2021) e graduada em Serviço Social pela Universidade Católica Dom Bosco (2005). Atua no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul desde 2010, desenvolvendo ações voltadas à assistência estudantil. Possui especialização em Gestão de Políticas Públicas Sociais e Saúde da Família e formação em Dinâmica dos Grupos. Sua trajetória profissional é marcada pelo compromisso com a permanência estudantil e a promoção de políticas sociais inclusivas. É autora de publicações e palestrante na área de Serviço Social e educação pública. VOX - Como foi construída sua trajetória no IFMS? Adriana Miranda - “Sou servidora do IFMS desde 2010 e a mais antiga do campus. Estou presente desde a concepção do IFMS, antes de existir um campus. Durante estes anos todos, ajudei a pensar nos editais de seleções, nos cursos e como receber os estudantes. Tivemos vários desafios, com lugares de trabalho provisórios, até 2017, onde chegamos no campus definitivo. Foi a partir daí que conseguimos organizar melhor nossos trabalhos e atender os estudantes de maneira mais efetiva, por exemplo com a implementação da assistência estudantil.” VOX - E como é a diferença entre estar no atendimento com os estudantes (como assistente social) e agora como Diretora de Ensino? A.M. - “Eu nunca deixei de atender os estudantes, e isso é inerente ao meu cargo. Isso é essencial para que eu consiga seguir minha carreira como diretora de ensino. Ouvir essas demandas, tanto positivas quanto negativas, que ajudam a gestão a melhorar. Eu sempre tive uma atuação muito direta, seja com os docentes, técnicos ou estudantes, com toda a comunidade acadêmica.” VOX - Quais são suas principais metas para o setor de ensino neste início de gestão? A.M. - “Eu estou continuando a gestão do professor Delmir. E ainda temos muitas coisas para melhorar. Acredito que os planos que tenho em mente é aproximar mais os estudantes da gestão para entender melhor as demandas e sugestões para colocar o estudante no centro do nosso trabalho.Como servidora pública tenho o dever de servir aos estudantes que são a nossa razão de existir, e como diretora, é essencial que a comunidade acadêmica seja ouvida. Tudo precisa funcionar, da melhor forma, como estrutura, bem-estar, que os professores possam preparar as aulas, atender os estudantes e desenvolver projetos. Fazendo com que o ambiente de trabalho seja favorável, pois isso acaba refletindo nos estudantes, então quando é satisfatório isso afeta positivamente os estudantes. Tudo isso, junto, funcionando, resulta no atendimento adequado para a nossa comunidade.” VOX - Como é, para a senhora, ocupar um cargo de liderança sendo mulher dentro de uma instituição pública de ensino? A.M - “É muito interessante e coloco como inspirador. Eu gostaria de ser uma inspiração para as meninas que aqui estão, com o meu trabalho, para que elas almejem estar em uma posição de liderança. Não é uma questão de status, é uma questão de oportunidade que eu vim construindo desde 2010. Sempre me envolvi em todos os processos e todas as oportunidades que eu tive, para me desenvolver e trabalhar na instituição, eu aproveitei. Por sermos mulheres, somos cobradas duas vezes, mas eu tenho tranquilidade por ter trabalhado em várias áreas na instituição e conseguir ter essa visão do todo. Eu estou aprendendo muita coisa ainda, pois é uma direção muito estratégica, já que está envolvida em praticamente todos os processos. Quero fazer uma boa gestão para que as meninas e as colegas almejem chegar nessa posição.” VOX - De que forma os estudantes podem participar mais ativamente das decisões ligadas ao ensino? A.M. - “Temos o grêmio que é o representante dos estudantes e eles são bem próximos de nós e da gestão como um todo. Além disso, os representantes de turma que aproximam nossas conversas com o coletivo de estudantes. Eu acredito que o caminho seja realmente sair aqui do bloco e ir nas salas de aula para falar diretamente com os estudantes. Para o início do próximo ano letivo temos no nosso planejamento algumas visitas às turmas para uma fala mais acolhedora, conversar e entender como os estudantes se sentem e assim atender as demandas. Quero deixar claro, que nós estamos de portas abertas para qualquer estudante que quiser fazer uma recomendação, marcar um horário para conversar, para que a gente possa entender como é ser estudante do IFMS, pois estou há 15 anos aqui, e mesmo assim, todos os dias são diferentes.” A equipe VOX agradece a diretora Adriana, por sua disponibilidade e tempo cedido para esta entrevista!

Ed. 18 Ilustrações realizadas por: Sarah Benitez e Tauane Francine Fonseca Gomes — Ed. 18, p. 15

Eletrotécnica Agora me diz, você não tem medo de levar choque em ELETRO? Brincadeira, o curso não vai só te deixar de cabelo em pé! Eletricidade e Eletromagnetismo Desenho e Projeto Instalações Elétricas Máquinas e Acionamentos Eletrônica e Acionamentos Eletrônica e Controle Geração Distribuída Administração Quem disse que ADM é só café e planilha? Ela é isso e muito mais! Você consegue até aprender a organizar aquele seu guarda roupa. Gestão e administração Marketing e Vendas Informática e Tecnologia Legislação e Ética Pesquisa e Desenvolvimento Desenvolvimento Pessoal Informática No curso de INFO, até o erro é aprendizado, menos quando ele é 404 not found, aí não tem jeito mesmo! Programação Sistemas de Computadores Redes e Segurança Metodologia e Pesquisa Banco de dados e Engenharia de Software Mecânica Em MEC não tem isso de superficial, fazemos de foguetes com garrafa pet até aquele carro do ano que todo mundo quer! Usinagem e Fabricação Materiais e Tratamento Máquinas e Sistemas Controle e Automação Manutenção e Segurança Desenho e Projeto compartilhada com o VOX. compartilhada com o VOX. compartilhada com o VOX. compartilhada com o VOX.

Ed. 18 Continua na próxima página — Ed. 18, p. 14

Continua na próxima página INSCRIÇÕES ABERTAS: IFMS 2026 E aí Corujinhas, vocês sabiam que o IFMS está com as inscrições abertas para novos estudantes? Você está em busca de uma oportunidade para transformar sua vida e abrir portas para o futuro? Então chegou a hora: abriram as inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos integrados do IFMS 2026! As inscrições são para o processo seletivo de ingresso nos cursos técnicos integrados em 2026. O período de inscrição vai de 11 de agosto a 8 de outubro. A prova será aplicada no dia 26 de outubro de 2025. Para mais informações sobre o cronograma do evento, acesse o site oficial ou o QR Code: O que o IFMS oferece? Quais são as oportunidades que você pode ter? Venha descobrir! O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) tem atualmente 10 campi, onde são oferecidos os cursos técnicos integrados ao ensino médio de acordo com a necessidade atual do mercado da região. Em nosso campus Campo Grande, por exemplo, há disponibilidade de 4 opções de cursos: Administração, Informática, Eletrotécnica e Mecânica. Havendo a possibilidade da adição de outros cursos futuramente. O IFMS também oferece muitos projetos de ensino, de pesquisa e de extensão, trazendo a oportunidade de tomada de decisões em nichos que te interessam e que você não teria disponibilidade, apoio e suporte em outras instituições. Sendo uma Instituição de educação, ciência e tecnologia, o IF conta com materiais para o desenvolvimento do seu eu como pessoa e como profissional, focando sempre na preparação para os estudantes emergentes no mercado terem o conhecimento necessário e apto para uma boa contribuição. Como vocês viram, corujinhas, o IFMS tem muitos benefícios e muitas oportunidades, que são transformadas em qualificação profissional. Vem pro IF você também!! Agora, Corujas de plantão, vocês devem estar se perguntando: “mas como eu faço pra garantir minha vaga?!” Calma, não precisa perder o sono. Existe um programa feito especialmente pra você! O Partiu-IF é um programa que visa a oferta de aulas dos conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências da Natureza, conteúdos esses que são cobrados no exame de admissão do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul. O curso é totalmente disponível à estudantes que estão matriculados integralmente em escolas da rede pública, também sendo pertencentes aos grupos prioritários (famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo per capita, os autodeclarados pretos, pardos, indígenas e quilombolas e a pessoas com deficiência). Esse ano o projeto se iniciou em abril e se estenderá até o mês de novembro, um bom tempo depois da prova, né? Isso se dá pelo fato do Partiu-IF providenciar um certificado de conclusão, fazendo assim a acumulação de algumas horas para o seu histórico, algo que o IFMS acaba requisitando aos cursistas do Técnico Integrado. Realizando o curso do Partiu-IF, suas chances de ingressar no Instituto se tornam ainda maiores, afinal o projeto foi pensado para estudantes que seguiram os estudos em escolas públicas, acabando que, na maioria das vezes, conteúdos cobrados nesse exame não seriam aprofundados o suficiente para uma chance significativa de ingresso. Então, vem pro IF! Se você sonha em seguir carreira em Administração, Informática, Eletrotécnica ou Mecânica, essa é a sua oportunidade. E mesmo que você já faça parte do IFMS, compartilhe essa notícia: indique o processo seletivo para irmãos, primos, amigos… e até para as andorinhas que passam voando pelo campus! compartilhadas com o

Ed. 17 VOX - Para vocês, como a leitura pode impactar a vida dos — Ed. 17, p. 5

VOX - Para vocês, como a leitura pode impactar a vida dos estudantes e como ela impactou a sua(de cada um do grupo)? VOX - Espaço para o grupo deixar seu recado, convite e sugestões de leitura. E de como outros estudantes podem participar do grupo. Vem pra biblioteca! Tudo sobre a reforma e seus projetos P.D - “A leitura mudou minha vida. Eu sempre gostei muito de ler desde pequena e me tornou uma pessoa mais tolerante, porque você consegue entender que existem outros mundos além do seu, então me tornou uma pessoa melhor, uma pessoa que escreve melhor. A biblioteca da minha escola no fundamental era até que legal, mas infelizmente era um espaço negligenciado, tínhamos um problema de goteira então os livros ficavam praticamente destruídos, e não foram repostos. No ensino médio me tornei bolsista em uma escola particular e a biblioteca era espetacular, então com uma biblioteca organizada me tornei mais leitora do que eu era no ensino fundamental. Eu sou a prova de que ter uma biblioteca legal, limpa e organizada realmente faz diferença. ” M.L - “A leitura abriu muitos caminhos para mim, eu gosto muito de ler! Lembro que comecei a ler na escola e eles incentivaram muito a leitura, então tinha um espaço separado só para ensinar os estudantes a ler. E isso não só abriu um espaço para mim, mas fez com que minha criatividade aumentasse cada vez mais, eu me aproximei da minha personalidade leitora e também escritora, fazendo com que eu quisesse muito escrever livros e navegar nesses universos imaginários e imaginar várias possibilidades. Então foi através da leitura que conheci minha vocação. ” J.G - “No fundamental eu não era muito de ler, mas depois comecei a ler alguns clássicos da literatura brasileira, tudo isso mudou bastante. Os livros me ajudaram a ter uma visão mais sensível do mundo. Como você ler uma poesia, por exemplo, de Fernando Pessoa, e conseguir enxergar o mundo de uma forma diferente.” P.D - “Meu convite é a contribuição com o projeto. Como você pode contribuir? Dando uma chance para a biblioteca, para um livro que você nunca leu, dar chance para algo que pode se tornar um novo hábito. A biblioteca é um espaço muito livre, você pode vir e ler gibis, mangás, estudar, acessar a internet, então dê uma chance! Minha recomendação de leitura são livros que eu amava quando eu tinha a idade de vocês, que são A Divina Comédia e Os Três Mosqueteiros. Para os estudantes que se interessam pelo projeto e querem participar, somos bem abertos, então podem falar comigo, com o João ou a Maria. Eu tenho certeza que todo mundo pode contribuir, seja com a indicação de um livro, um livro que a biblioteca deveria comprar, então todos podem contribuir até porque é mais um projeto de bem coletivo mesmo. ” M.L - “Eu gostaria de pedir para seguirem o nosso Instagram @vemprabiblio.ifms.cg, ver nossos posts, ver as exposições, é sempre muito bom! Eu recomendaria os quadrinhos do Chico Bento, para entrar no clima de festa junina/julina.” J.G - “Eu reforço o pedido de seguirem a conta do Instagram e que vocês se permitam descobrir novos universos nos livros. E minha recomendação é Harry Potter e A Pedra Filosofal.”

Ed. 17 Vem pra biblioteca! Tudo sobre a reforma e seus projetos — Ed. 17, p. 4

Vem pra biblioteca! Tudo sobre a reforma e seus projetos A biblioteca está marcando presença nas redes sociais VOX - Professora, explique para gente de onde surgiu a ideia do projeto e qual o seu objetivo? P.D - “Nós desenvolvemos um calendário da biblioteca, então por exemplo, estamos comemorando a festa junina/julina, além da divulgação de livros também fizemos decorações, jogos, brindes. E as redes sociais são uma forma de divulgar eventos que acontecem aqui na biblioteca. Além desse calendário também falamos de algum tema relevante naquele momento, como algum problema na biblioteca, devolução de livros. Nosso calendário tem sido bem dinâmico.” VOX - Quem é responsável pela produção dos conteúdos que estão disponibilizados nas mídias sociais? Como as postagens são desenvolvidas/são pensadas e planejadas no grupo? P.D - “Geralmente, os responsáveis são a Maria e o João. A ideia é discutida coletivamente, então nesse momento eu, a bibliotecária Marli, a Maria e o João nos reunimos para discutir os temas que podemos abordar, mas a montagem, a criação de vídeos e o desenvolvimento de postagens fica mais para os dois, por serem mais jovens e então entendem mais de redes sociais do que a gente.” Maria Luiza - “Costumamos organizar as postagens para segunda, quarta e sexta, então nos revezamos intercalando os dias.” João Gabriel - “Os temas normalmente variam, como a divulgação de algum livro, exposições, eventos entre outras coisas.” VOX - Qual papel as redes sociais podem ocupar entre os estudantes e as atividades do grupo e espaços do campus como a biblioteca? Professora Drika - “A ideia surgiu de uma necessidade. Eu percebi que os estudantes, principalmente os mais novos, nunca tiveram sequer curiosidade de entrar na biblioteca. Eles vêm de escolas onde esses espaços serviam como depósito de livros didáticos velhos, e nossa biblioteca é limpa, organizada e tem um acervo de literatura e livros técnicos. Queria que os estudantes pudessem conhecer melhor esse acervo, frequentar mais esse espaço e entender a biblioteca não como um depósito de livros, mas um ambiente de criatividade e conhecimento em geral. ” M.L - “Ela ajuda bastante a divulgar as coisas que acontecem aqui e aproxima mais o estudante da biblioteca, ajudando principalmente em relação a divulgação. Antes do perfil no Instagram as pessoas não conheciam verdadeiramente a biblioteca, só sabiam que era um lugar para estudar. Agora com as redes sociais estamos buscando aproximar os estudantes, incentivar a leitura e fazer com que a biblioteca ganhe mais visibilidade.” P.D - “Eu como professora vejo que tem muitos estudantes que nunca tiveram a curiosidade de entrar na biblioteca. Com a rede social o estudante pode acabar descobrindo que aqui tem um livro de uma série que ele gosta e que ele nem imaginava que nossa biblioteca poderia ter. As redes sociais tem sido importante para trazer novas pessoas para a biblioteca, atraindo estudantes que pensavam que é um lugar muito chato, que tem que fazer silêncio, só com livro velho e agora podemos mostrar que não é bem assim. ” O projeto coordenado pela professora Drika e realizado pelos estudantes Maria Luiza e João Gabriel está trazendo muitas novidades sobre a biblioteca e a literatura. Veja mais a seguir:

Ed. 15 Ei, corujinha! Você sabe porquê — Ed. 15, p. 9

Ei, corujinha! Você sabe porquê no dia 8 de Abril é o Dia Nacional do Sistema Braille? A data foi instituída em homenagem ao professor José Álvares de Azevedo, o primeiro professor cego do Brasil, além de ser o responsável por introduzir o estudo do Braille no Brasil e é considerado o “Patrono na educação de cegos no Brasil”. O Braille é um código de escrita em relevo desenvolvido por Louis Braille em 1843 com o objetivo de possibilitar que indivíduos com deficiência visual, total ou parcial, tenham acesso à leitura. Possibilitando às pessoas cegas uma vida com mais acessibilidade e independência. Aqui no nosso campus, o professor Matheus Neivock juntamente com a estudante Luna Vitória do curso Técnico Integrado de Mecânica introduziram diversas placas com indicações das salas no sistema Braille. Quer saber mais? Veja a seguir: Entrevistas VOX - Conte um pouco sobre o projeto para nossas corujinhas? Luna Vitória da Silva Lermem - “Eu estava procurando estágio quando a professora Marta Luzzi me indicou para trabalhar com o professor Neivock nesse projeto. Foi uma oportunidade muito grande, porque eu sempre gostei muito de trabalhar com a inclusão e pesquisar coisas novas. Tecnicamente, o projeto já estava montado, porque os estagiários da mecânica já tinham dado início, mas não conseguiram dar continuidade. Assim, com a ajuda do professor revisamos todo o projeto e começamos a produzir as placas, fazer os testes e analisar qual seria a melhor configuração para elas. O objetivo do nosso projeto tem como base a lei que garante que todos os estabelecimentos públicos devem ter uma placa de identificação para pessoas com dificuldade visual, então sentimos essa necessidade aqui no campus.” Matheus Piazzalunga Neivock- “O projeto nasceu entre 2019 e 2020, inclusive nós conseguimos um fomento que permitiu a construção de três impressoras gigantes para fabricar os mapas Braille. Quando o IFMS teve contato com a impressora 3D nós começamos a vislumbrar diversas possibilidades, uma dessas possibilidades foi o desenvolvimento de placas em Braille. Naquela época eu trabalhava na Pró-Reitoria de Pesquisa e conversando com o pessoal da Pró-Reitoria de Extensão, que no momento estava organizando um processo para aquisição de placas Braille, foi assim que nasceu o projeto, “por que não unir o útil ao agradável?”, já que a impressão 3D tinha se tornado uma realidade Desde então começamos a tentar entender a tecnologia, aprender a modelagem e depois a impressão das placas. Foi um desafio concretizar um desenho virtual em algo concreto. Desde o começo do projeto tivemos um processo de aquisição de equipamentos, construção de impressoras para a confecção das placas e quando estávamos no ponto para dar início a produção a pandemia estourou! Paramos o projeto por algum tempo e quando a Luna chegou procurando estágio ela perguntou se tinha algo na - uma “pegada” inclusiva e pensei “vamos tentar concretizar”e conseguimos, como vocês podem ver nos blocos, nas portas das salas e nos corredores do nosso campus. VOX - Luna, como você desenvolveu todo o processo do estágio. Que conselho você deixa para os estudantes que o estão procurando? L.L - “O processo de desenvolvimento do estágio foi um pouco caótico, principalmente em relação ao desenho. Nós usamos o aplicativo Fusion360 e dentro dele produzimos as placas com as medidas certas. O que até então é fácil! Depois veio a fase dos testes, que foi a fase mais complexa, pois fizemos mais de cinquenta (50) testes até chegarmos na melhor forma, porque além da configuração da placa, a configuração da letra varia de acordo com a porcentagem do material colocado sobre o produto. Um desafio, mas conseguimos! Quanto ao estágio meu conselho para os estudantes é que invistam em projetos de pesquisa, se você tem uma ideia, fale com o seu professor, se ele não estiver disponível procure outro. No meu caso, esse estágio apareceu para mim como um presente, porque eu fiquei muito grata em participar de um projeto que além de ter um significado para a mecânica, tem um significado social. Então, procure os professores, sugira, una a sua ideia com a do seu professor e faça o estágio interno.” VOX - Você acredita que o IFMS hoje é um lugar com uma boa infraestrutura para dar suporte aos estudantes com deficiências? M.N - “Não. Estamos longe do suficiente. Acredito que o campus Campo Grande ainda não tem acessibilidade garantida, como por exemplo nossa sinalização horizontal, as bicicletas estacionadas na faixa de acessibilidade e os elevadores onde os estudantes que não precisam utilizar o elevador acabam sobrecarregando e estragando um equipamento feito para estudantes com necessidades específicas. Ainda temos que trabalhar para resolver essas pendências, então tem muita tarefa de casa para ser feita.” De fato, corujinhas, ainda tem muito a ser feito. Projetos como esse são exemplo de comprometimento social, pois além dos conhecimentos técnicos e de eixo comum, o IF ensina sobre ter a proatividade para transformar o mundo. Assim, a inclusão e o respeito são fundamentais para tornar a nossa instituição um espaço de aprendizado para todos.

Ed. 14 Novo Laboratório de Mecânica — Ed. 14, p. 12

MinutoIF Novo Laboratório de Mecânica Nosso Instituto conta com mais uma novidade extraordinária! Um novo laboratório para o curso de mecânica. Segundo Eduardo Queiroz, o espaço será focado em soldagem, fundição, experimentos de termodinâmica e também servirá como depósito, além de comportar melhor os técnicos e engenheiros. O local será como uma extensão dos laboratórios já existentes, mas com salas de aula e banheiros. Esse projeto tem como objetivo ampliar a infraestrutura do campus, aumentar os recursos para os estudantes, possibilitando aulas práticas e o contato do aluno com o mundo da mecânica, enriquecendo sua experiência e tornando o curso ainda mais profissionalizante e atrativo. Existem diversas outras ideias de projetos para melhorar a infraestrutura do campus em relação ao curso de mecânica, por exemplo um laboratório automotivo e um laboratório de motores a combustão interna. Notícias como essa mostram a qualidade e eficiência do Ensino Federal, os diversos recursos disponibilizados aos estudantes deixam claro o compromisso da Instituição em melhorar cada vez mais a experiência do estudante assim formar cidadãos experientes, criativos e familiarizados com o mercado de trabalho. Projeto de Ensino Laboratório de usinagem do IFMS O IFMS está investindo em projetos de ensino de nível médio e graduação. Esse auxílio financeiro é destinado a gastos do projeto e bolsa para os estudantes que fazem parte da pesquisa. Os critérios de seleção estão previstos no edital, que pode ser encontrado aqui. 40 projetos devem ser selecionados entre os campus do Estado, para Campo Grande são 10 projetos. Para os aprovados o número de bolsas disponíveis são três para cada pesquisa, As inscrições estarão abertas até o dia 10 de março (10/03/2025) . Os critérios para a inscrição são: caracterização dos beneficiários, justificativa, fundamentação teórica, objetivos, metodologia, metal e resultados esperados. Para mais informações acesse a Central de Seleção do IFMS. pagas em oito parcelas, no valor de R$400 reais, para estudantes dos cursos técnicos integrados, técnicos subsequentes ou cursos da Educação de Jovens e Adultos é de R$700 reais para estudantes de graduação. As inscrições Grande Conquista: O Curso de Mecânica terá um laboratório novo para seus estudantes! A equipe VOX esteve no laboratório de usinagem do nosso campus para conversar com o Eduardo Quirino Arguelho de Queiroz, técnico de laboratório de mecânica, para sabermos mais sobre esse novo projeto.

Ed. 13 Uma semana de inovação: os bastidores da SCT — Ed. 13, p. 10

Uma semana de inovação: os bastidores da SCT MinutoIF VOX - Como é trabalhar como Copei no campus Campo Grande? Nos fale sobre sua trajetória no IFMS. Acervo pessoal A Semana de Ciência e Tecnologia (SCT) é um evento realizado no final de novembro, organizada pelo Campus Campo Grande, com o objetivo de estimular o interesse e o envolvimento da comunidade acadêmica e externa em ciência, tecnologia e inovação, promovendo a troca de experiências e a reflexão crítica sobre esses temas. Para falar mais sobre esse evento incrível, a equipe Vox foi conversar com o professor Vitor Sanches, responsável pela sua organização, veja mais a seguir: V.S - “Trabalhar na Copei gera bastante responsabilidade, porque fazemos a gestão de todas as ações de empreendedorismo, pesquisa e inovação que acontecem no campus. Todas as bolsas de projetos, empreendedorismo e inovação passam pela Copei, os editais nós ajudamos a lançar e divulgar.Todos os eventos de pesquisa como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) e a FeciNTEC, o que gera uma carga de trabalho grande e também bastante responsabilidade. Vim redistribuído do IFMT para cá em 2012. Antes disso eu fui professor em uma universidade particular em Rondônia. Fiz graduação na UFPR em Curitiba e sou mestre e doutor em Ecologia pela UFMS. Sempre trabalhei com Ecologia espacial de pequenos mamíferos. Como professor de biologia, meu foco sempre foi em biologia 1 e biologia 4. Sempre participei da organização da Semana do Meio Ambiente e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Em 2022 desenvolvi parte das minhas atividades na coordenação de inovação e empreendedorismo na reitoria, o que abriu as portas como diretor de pesquisa, também na reitoria, desde então tenho atuado nessa área de gestão de pesquisa institucional, agora como coordenador de pesquisa, empreendedorismo e inovação no Campus CG. VOX - Como foi a experiência de organizar a Semana de Ciência e Tecnologia do campus CG em 2024? Quais foram os maiores desafios e as maiores alegrias? V.S - O maior desafio é que tudo acontece ao mesmo tempo. São muitos afazeres. Um exemplo disso, é a organização de, desde as tendas para as exposições, contato com as empresas e instituições que queiram participar, gerenciar todas as oficinas e palestras, pensar em qual sala que vai ser utilizada e qual a estrutura que a gente precisa, até as licenças que a gente precisa para o evento acontecer. São muitos detalhes para serem pensados. Quando se tem muita coisa para pensar, a gente acaba deixando alguma escapar, isso gera bastante transtorno.Tivemos uma equipe muito atuante, todo mundo da Direr trabalhou com bastante dedicação para fazer tudo acontecer. Tivemos uma equipe de monitores muito importante na execução das tarefas, então, apesar dessas dificuldades, quando vemos o evento acontecendo, a satisfação é muito grande. A maior alegria é essa, ver a participação dos nossos estudantes e também da comunidade externa. Ver o quanto eles gostam de participar, as premiações, as oficinas lotadas, então tudo isso é muito gratificante. VOX - Pela experiência que o senhor teve na FeciNTEC, como foi avaliar os trabalhos e na SCT (Semana de Ciência e Tecnologia) como foi a oferta de oficinas? V.S - “A oferta das oficinas ocorreu de forma espontânea. Os(as) professores(as) e pessoas recomendadas por elas(es) procuram a organização e nós viabilizamos os espaços, os materiais e os horários. Sobre avaliar os trabalhos da FeciNTEC, os trabalhos que eu avaliei estavam muito bons, o nível bem é legal. Um dos trabalhos que mais me chamou atenção foi de uma menina que avaliei. Ela tinha um parecer do comitê de ética. Para ter uma ideia eu fui aprender o sobre parecer do comitê de ética em 2020 quando eu já era doutor. É uma coisa complexa de ser feita e ela estava com isso pronto no trabalho dela. Achei muito legal isso.” VOX - Qual a importância da participação dos monitores no planejamento e desenvolvimento de um evento como esse? Quais conselhos você dá aos nossos monitores? V.S - “Os monitores são essenciais. Sem eles, não seria possível a realização desse evento. Meu conselho é: tenham proatividade. É muito importante que um monitor esteja ligado no que está acontecendo e procure soluções ou alguém que possa solucionar o que esteja acontecendo. Se você é um jovem proativo, que tem disponibilidade para atuar e resolver as coisas, você vai ser um ótimo monitor, vai ter as horas complementares por ter essa participação na comissão, além de fazer esse networking que no futuro pode ser muito importante.” VOX - Por último, deixe uma mensagem para os nossos estudantes e também para os nossos pesquisadores do campus CG. V.S - “Viva o IFMS! Os institutos federais, de forma geral, oferecem muito mais coisa do que os cursos que vocês estão fazendo! Seja um estudante que vive o IFMS, participe de projetos, faça aulas nos laboratórios, viva a experiência de estar dentro de uma escola pública federal com tudo que ela pode oferecer. Isso vai acrescentar muito mais à sua vida do que simplesmente tirar notas boas e concluir seu curso.” Nós da equipe VOX, gostaríamos de agradecer a gentileza do professor Vitor, de disponibilizar seu tempo!

Ed. 11 Sua Biografia: Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação — Ed. 11, p. 2

Sua Biografia: Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Escola Superior de Educação Física de Avaré (2000), Mestrado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba (2006), Especialização em Educação Física Escolar pela Universidade Federal de Mato Grosso (2010), Doutorado em Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2011) e Pós-doutorado em Ciência do Exercício pela University of South Carolina (2015). Atua como professor do Ensino Médio Integrado, lecionando no Programa de Pós-graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) e ocupando o cargo de Diretor de Pesquisa, extensão e Relações Institucionais do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), campus Campo Grande. Além disso, lidera o Grupo de Pesquisa em Educação, Saúde, Tecnologia, Inovação e Cultura (ESTIC/IFMS), é membro fundador do Grupo de Pesquisa em Exercício e Nutrição na Saúde e Rendimento Esportivo (PENSARE/UFMS) e faz parte da Diretoria Executiva da Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde (SBAFS). Os mecanismos da DIRER MinutoIF VOX JORNAL ESTUDANTIL - Professor, sabemos que tem uma extensa carreira, conte para nós um pouco como tudo aconteceu até a escolha pelo IFMS? Fale para os estudantes que não conhecem o trabalho da DIRER, como funciona, quais são os eventos, quais são as coordenações, laboratórios e as parcerias? Fabrício Cesar - Minha trajetória acadêmica e profissional é marcada por um profundo compromisso com a educação e a pesquisa. Tudo começou com a graduação em Educação Física, que me abriu as portas para o universo da ciência do exercício e da saúde. Após isso, busquei constantemente aprimorar meus conhecimentos, com o Mestrado e Doutorado, ambos voltados para a educação física e a saúde, e o Pós-doutorado nos Estados Unidos, onde pude aprofundar minhas pesquisas e expandir minha rede de contatos. Ao longo dessa jornada, fui percebendo a importância de não apenas dar aulas, mas também de integrar a pesquisa e a extensão, conectando o conhecimento acadêmico com as demandas da sociedade. Essa visão me trouxe até o Instituto Federal, onde encontrei um ambiente fértil para desenvolver projetos que unissem ensino, pesquisa e extensão. VOX - Qual a função da DIRER no âmbito do campus? FC - A Diretoria de Pesquisa, Extensão e Relações Institucionais (DIRER) desempenha um papel fundamental no IFMS, especialmente no Campus Campo Grande. Nossa missão é promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão, criando oportunidades para os estudantes desenvolverem competências além da sala de aula. Isso inclui a organização de eventos acadêmicos, como a Feira de Ciência e Tecnologia (FECINTEC). VOX - Sabemos que a FECINTEC está se aproximando, o que podemos esperar? FC - A FECINTEC deste ano promete ser um grande evento, marcando a retomada das atividades com força total. Estamos preparando uma programação diversificada, com exposições de projetos inovadores, palestras com especialistas renomados e uma série de atividades que envolvem tanto os estudantes, quanto a comunidade externa. Será uma excelente oportunidade para mostrar o talento e a criatividade dos nossos estudantes, além de fortalecer o espírito de colaboração entre todos os participantes. VOX - Deixamos este espaço para que deixe uma mensagem final aos nossos estudantes. FC - Aos nossos estudantes, eu gostaria de dizer que o IFMS é um lugar repleto de oportunidades. Aproveitem ao máximo tudo o que a instituição tem a oferecer, desde os laboratórios e projetos até os eventos e atividades de extensão. Vocês estão em um ambiente que valoriza a inovação, a colaboração e o desenvolvimento pessoal e profissional. Participem ativamente, contribuam com suas ideias e projetos, e lembrem-se de que cada um de vocês tem o potencial de fazer a diferença na comunidade e no mundo. Estamos aqui para apoiá-los em cada passo dessa jornada. FC - Queremos fortalecer ainda mais nossas parcerias institucionais e ampliar as oportunidades de pesquisa e extensão para os nossos estudantes. A ideia é fomentar um ambiente onde a inovação e a criatividade sejam incentivadas, com mais eventos, como workshops, palestras e oficinas, que conectem os estudantes com o mercado de trabalho e a comunidade. Fabrício Cesar de Paula Ravagnani Educação Física - DIRER A Diretoria de Pesquisa, Extensão e Relações Institucionais (DIRER) é um meio de conectar o corpo docente com os nossos estudantes, cada dia que passa desenvolvendo formas de aprimorar o ensino e formar bons profissionais. Nessa entrevista o VOX vai te contar um mais sobre esse setor voltada para a pesquisa. Acervo pessoal VOX - Qual a função da DIRER no âmbito do campus? Corujinhas, fiquem de olho nas novidades!

Ed. 10 1 de junho - Você sabia que dia 1 de junho de 1950 aconteceu a primeira transmissão de TV no Brasil? Isso só foi possível — Ed. 10, p. 5

MinutoIF 1 de junho - Você sabia que dia 1 de junho de 1950 aconteceu a primeira transmissão de TV no Brasil? Isso só foi possível graças ao visionário Assis Chateaubriand que resolveu que teria sua própria emissora de tevê, para isso ele importou todos os seus equipamentos dos Estados Unidos para o Brasil e reuniu vários radialistas para se juntar a ele na sua emissora, Assis também instalou cerca de 200 aparelhos de tevê em vários pontos de São Paulo. E assim a primeira transmissão foi feita pela TV Tupi. 5 de junho - Dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, eai você sabia? Instituído em 1972 pela ONU, com objetivo de conscientizar toda a população mundial sobre os problemas ambientais ao redor do mundo. Aqui no IFMS nós temos uma semana especial para a conscientização dos alunos, com palestras, oficinas e muito mais. 7 de junho - Dia 7 de junho no Brasil é comemorado a liberdade de imprensa. Para combater a censura e denunciar a repreensão que muitos jornalistas. 10 de junho - Em homenagem ao poeta português Luiz Vaz de Camões, dia 10 de junho é comemorado o Dia da Língua Portuguesa. Uma data importante para reconhecermos não só nossa história mas também reconhecer nossa identidade e celebrar junto às culturas lusófonas. 12 de junho - Tão esperado pelos casais, dia 12 de junho é comemorado o dia dos namorados. Um dia dedico a ficar com aquele que você ama, presentear, uma data especial para celebrar a união amorosa entre casais e namorados. 18 de junho - 18 de junho, dia do orgulho autista. Uma iniciativa do grupo Aspies for Freedom do Reino Unido, com objetivo de esclarecer a nossa sociedade e normalizar a neurodiversidade. Para o reconhecimento e o respeito não é necessário um dia em específico, pois todos os dias devemos estar normalizados com as características do Transtorno Espectro Autista. 24 de junho - Vamos homenagear aqueles que cuidam da nossa segurança, dia 24 de junho é comemorado o dia do policial militar. Temos que reconhecer e se orgulhar daqueles que se arriscam e enfrentam desafios por nós. 28 de junho - Dia 28 de junho é dia de comemorar o orgulho LGBTQIAPN+. Marcado pela rebelião de Stonewall, que aconteceu no mesmo dia. Uma data para impor respeito e destacar os desafios sofridos pela comunidade. 29 de junho - O dia de celebrar com os profissionais que dão vida aos personagens em filmes, séries, animações e jogos. No Brasil, dia 29 de junho comemoramos o dia do dublador, vamos valorizar a arte e a dublagem viva. 8 de julho - Você sabia que dia 8 de julho é comemorado o dia da ciência e do pesquisador? Um dia para destacar a importância da ciência na sociedade, reconhecendo o trabalho difícil e o compromisso com a ciência e a educação. 10 de julho - Dia 10 de julho é comemorado o dia da pizza, curioso não é? O alimento que agrada qualquer um , com uma diversidade de sabores e a paixão pela pizza que domina o mundo. Eai já pensou em pedir uma pizza hoje? 13 de julho - Para os nossos amantes do rock, você sabia que dia 13 de julho é comemorado o dia mundial do rock? O Rock surgiu lá nos Estados Unidos por volta de 1950, é comemorado no dia 13 de julho por causa do Live Aid, um icônico festival que reuniu grandes nomes da indústria, os lucros do festival foram todos em prol do combate à fome na Etiópia. 20 de julho - 20 de julho comemoramos o dia do amigo. Todo mundo tem aquele amigo que é inseparável, um bom ouvinte e com ótimos conselhos, esse é o momento para expressar gratidão e cultivar novas amizades. 25 de julho - Todo dia é dia para celebrar a resiliência e a luta das mulheres negras afrodescendentes , mas em especial, dia 25 de julho é o dia internacional da mulher negra latino americana caribenha. Um dia para reconhecer histórias, fortalecer laços e promover a igualdade racial e de gênero. 26 de julho - Dia daqueles que nos amamos, daqueles que tem um abraço reconfortante e um coração gigante, 26 de julho comemoramos o dia dos avós. Um momento para agradecer aqueles que nos ensinam tanto, com seu carinho e experiência. Você já sabe que os meses de junho e julho têm datas comemorativas, mas e aqueles dias que você não conhece? Em 1 de julho, aconteceu a primeira transmissão de TV no Brasil. Você sabia? Não? Por isso, o VOX trouxe curiosidades sobre junho e julho. Você sabia?

Ed. 09 Sua biografia — Ed. 9, p. 3

Sua biografia Delmir da Costa Felipe, formado em Química - Bacharelado e Licenciatura, Mestre em Educação e Doutor em Ensino de Ciências, foi Diretor Geral do Campus de Aquidauana de out/2010 a abr/2016, foi Pró-reitor de Ensino de maio/2016 a dez/2019, foi Coordenador do curso técnico integrado em Informática de nov/2020 a maio/2021, é docente do IFMS a mais de 13 anos, sendo o primeiro professor e o primeiro diretor geral do Campus Aquidauana. Também foi Presidente da Comissão de Ética (CEP) e o primeiro Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (COEPE) do IFMS, como também membro do Conselho Superior (COSUP) por 2 biênios. É professor há 31 anos, passando por escolas particulares, estaduais e desde 2010 no IFMS. Delmir Felipe Diretor de Ensino no campus Campo Grande Novo Diretor de Ensino chega com tudo Minuto IF Sabemos que sua trajetória no IFMS é longa, quais cargos você exerceu e qual a importância deles para o bom funcionamento do IF? O professor Delmir respondeu: “Eu fui o primeiro professor do Campus Aquidauana e fui nomeado em 2010, basicamente 2 dias depois convidado e nomeado diretor-geral do Campus Aquidauana. Na implantação do campus, havia poucos professores, continuei em sala de aula. “Foi um desafio enorme", complementa o professor. “Começar um campus do zero, só tinha mato lá onde hoje temos o campus, e nós conseguimos fazer toda a implantação dos prédios, aquisição de equipamentos, mobiliários, materiais e dos servidores e funcionários.” Na sequência: “Em 2016 eu participei de uma remoção, vim para o Campus Campo Grande e eu fui convidado para ser o Pró-Reitor de Ensino, fiquei de 2016 até 2019”. Você já foi diretor geral do Campus Aquidauana e hoje é diretor de ensino do Campus Campo Grande, como foi essa transição? O professor Delmir foi questionado sobre a transição entre os Campi Aquidauana e Campo Grande todos e como eu também já fui o pró-reitor de ensino, muitas coisas que nós planejamos na reitoria o campus tem que executar, agora eu estou vendo na prática. [...]” O professor continua: “E agora estou tendo a oportunidade de ver, se o que a gente planejou pode realmente ser executado ou não aqui no campus. Essa transição foi bem interessante! Fazer esse caminho ao contrário, desde à pró-reitoria de ensino, coordenação e agora na direção de ensino é desafiador, mas eu espero que toda essa bagagem e experiência que eu tive, me ajude a desenvolver essa função aqui no campus com muita dedicação e trabalhando para coletividade.” Qual é a importância e quando os estudantes devem recorrer a DIREN? O Vox perguntou ao professor qual a importância da DIREN e quando devemos recorrer a ela: “A função primordial da DIREN para os estudantes e professores é prestar o apoio e a assessoria necessária para o cumprimento das atividades de ensino do campus.” O professor complementa: “É o apoio nas ações junto com nossas equipes pedagógicas e administrativas, de coordenação, da central de relacionamento, da Biblioteca, laboratórios, equipes multidisciplinares [...] O gerenciamento e planejamento dos cursos com relação às coordenações que estão vinculadas diretamente à DIREN, as questões dos registros escolares, além disso, a biblioteca, ao meu ver, exerce um papel importante que é contribuir no processo de ensino e aprendizagem, sendo um ambiente propício para despertar o prazer da leitura, inserção cultural e social. Os laboratórios como os dos cursos de informática, eletrotécnica e mecânica, entre outros tantos, fazem parte de uma grande engrenagem da instituição, gerenciada pela DIREN que está aqui para administrar, planejar, cooperar na busca de estratégias e possibilidades para melhoria da qualidade do ensino’’ Como diretor de ensino, quais são seus maiores desafios e como você lida com eles? Explique pra gente como funciona a Diren no nosso Campus O vox também perguntou das dificuldades/desafios que são enfrentados na DIREN: “Nesse momento, meu maior desafio está sendo justamente entender essa grande engrenagem que é ensino no campus e dar encaminhamento às demandas que a gente tem e precisam ser resolvidas por parte da DIREN. A princípio a proposta é fazer uma gestão com muito diálogo entre os setores, tentando resolver as demandas de maneira que não deixe os nossos estudantes, nossos professores, e a comunidade sem respostas, garantindo o cumprimento das diretrizes educacionais. As questões burocráticas permeiam todas as nossas atividades que vão, além das reuniões setoriais, organização de horários, planejamento de cursos, capacitações, formação continuada para a equipe docente e pedagógica, até a contratação de novos professores e técnicos em educação. E, finaliza que: o grande desafio é conseguir dimensionar, compreender, incentivar, motivar e inspirar essa grande equipe, que é vinculada a DIREN.” O professor também contou um pouco sobre os desafios da pró-reitoria: “Então eu saí do desafio de um campus inteiro, no qual eu tinha que olhar para todas as áreas: administração, ensino, pesquisa, extensão. [...] E fui para a pró-reitoria para cuidar do ensino do IFMS como um todo, em que tive a oportunidade, por exemplo, de implementar e atuar como presidente no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (COEPE) e, também no Conselho de Ética (CEP), reestruturar os PPCs dos cursos técnicos e superiores, revisar o ROD, entre outros documentos que foram atualizados. RECADO AOS NOSSO ESTUDANTES: Aproveitem essa oportunidade de estudar em uma instituição federal, pois o Campus Campo Grande é muito concorrido, uma escola de oportunidades, por isso aproveite tudo que é ofertado aqui! A equipe Vox agradece o professor Delmir Felipe pela colaboração, tempo e confiança em divulgar essas informações.

Ed. 05 COINF: A coordenação responsável por um dos cursos mais concorridos do IFMS! — Ed. 5, p. 3

COINF: A coordenação responsável por um dos cursos mais concorridos do IFMS! Márcio Artacho Peres é formado em Ciência da Computação pela UFMS, fez seu mestrado e doutorado em Ciência da Computação com ênfase em Simulação e Processamento Gráfico pela UFMS. Trabalhou como analista de sistemas e atualmente é professor e coordenador do curso técnico em informática do IFMS campus Campo Grande. Márcio Peres conta que sempre se interessou pela área de exatas e ao decidir a faculdade que realizaria, tinha dois cursos em mente: Ciência da Computação e Engenharia Elétrica. Ele optou pela primeira opção e ao iniciar o curso, relata que não tinha muita noção de como funcionava, porém, logo se apaixonou pela graduação escolhida. Márcio menciona que em 2012, estando apenas dois meses lecionando como professor no IFMS, foi convidado para ser o auxiliar da coordenação. Neste cargo, ele exercia a função de cuidar de documentos e acompanhar alguns estudantes. Foi neste período que se aproximou da coordenação e após quatro meses, foi convidado para ser o coordenador de curso. Assumiu a Direção de Educação Básica (Direb) posteriormente por dois anos. Nessa experiência de exercer um cargo administrativo, embora seja um trabalho árduo, aprendeu muito e ressalta que cargos como esses precisam ser ocupados por pessoas que são interessadas na formação dos estudantes. De onde surgiu a motivação para cursar Ciência da Computação? Trajetória até o cargo de coordenador de informática no IFMS: “Quando eu fiz o concurso do IF, eu sabia que daria aula, apenas. Então chegou o concurso do IFMS, e eu fiz, mas não sabia nem o público que eu iria lidar, além disso, não tinha muito conhecimento sobre o curso técnico. Eu jamais imaginava que pudesse ser coordenador” Márcio nos explica que o convite veio por intermédio do atual diretor de ensino do nosso campus,o professor Elton Valiente, que o convidou para o cargo de coordenador no momento em que estava retornando de seu doutorado, em 2021. Ele ressalta que não são muitas as pessoas que almejam fazer parte da gestão do cargo, devido às responsabilidades e a remuneração não compensatória, entretanto, a vontade de fazer algo pela instituição é maior. Convite para a coordenação de curso: A importância de uma coordenação de curso no IFMS: Uma coordenação de curso tem uma visão bem geral de todo o curso. Nela acompanhamos os planos de ensino dos professores, o que lecionam, controlamos toda a parte de matrícula. Além disso, auxiliamos os estudantes nas mais diversas dúvidas e também é necessário acompanhar as avaliações realizadas em sala, juntamente com o apoio pedagógico para que todo o curso aconteça de acordo com o projeto pedagógico do curso (PPC) 15 de Agosto, dia da Informática: A melhor parte e os desafios "Um dos motivos para o curso de informática ser o mais concorrido: É uma área que o pessoal acha que sabe o que vai mexer. Quando se fala em informática logo já se pensa em computador e jogos, mas quando chegam aqui, é um pouco diferente." O coordenador Márcio ressalta que além de noções básicas, o curso de informática é dividido em três subáreas: Instalação de computadores, manutenção e desenvolvimento de software. "Acaba se tornando um curso que se encaixa em várias áreas, mas você consegue adquirir um conhecimento avançado sobre o assunto" [...] “Há 22 anos, a minha vida tem sido resolver problemas, principalmente quando se trabalha na ciência da computação e fico muito satisfeito quando consigo” Com isso, destaca que a satisfação vem sempre depois de um trabalho muito árduo. “Na computação gráfica, você não tem nada sem uma imagem. Então conseguir um resultado é o que gera o prazer de continuar programando.” Como o maior desafio na informática, alega ser o ato de sair da zona de conforto e aprender sobre a área que está tentando resolver. Paternidade, vida fora do campus e trabalho Pai de um menino de 7 anos, o coordenador Márcio afirma que uma das partes mais difíceis da coordenação é controlar para que o trabalho não interfira no tempo reservado para a família. “Nós temos muitas coisas para fazer e, se não controlarmos, acabamos não conseguindo sair daqui.” Por fim, mencionou ser uma pessoa muito dinâmica fora do ambiente escolar. É muito ligado em esportes, seu hobby é a marcenaria (que inclui construir móveis para a sua casa), gosta de ouvir música e passar tempo com a família e amigos. Mensagem para os estudantes do curso técnico em informática: “A informática está em alta, nós temos diversos estudantes em busca de vaga e temos diversos casos de sucessos que resolveram seguir essa área. Os estudantes quando escolhem um curso na área que querem seguir, já começam dois passos na frente, mas você pode escolher o curso de informática e seguir a carreira de direito, por exemplo. Depois que você se forma em um curso técnico, aumenta bastante o seu leque de opções.” Coordenador Márcio

Ed. 05 Primeira impressão da cidade Morena — Ed. 5, p. 2

Primeira impressão da cidade Morena: “A minha primeira impressão de Campo Grande se deu em um dia chuvoso. As três primeiras coisas que me vieram à mente foram: ‘Nossa, o aeroporto é pequeno’, ‘Pelo menos tudo foi rápido, até para recuperar as malas’ e ‘O povo brasileiro realmente é muito acolhedor’ . Uma vez na estrada notei as obras no aeroporto e estranhei a terra vermelha que não é muito comum na França. Me lembrou documentários sobre a África. Todos os bairros me pareciam iguais. Achava tudo bem distante. Os carros eram ou muito modernos e enormes (maiores do que na Europa) ou bem antigos e pequenos, nunca vi tantos Fuscas na minha vida. O nome do Fusca em francês é ‘Coccinelle’ , o que significa ‘Joaninha’ . Notando tudo isso e com a chuva atrapalhando a visão, passei na frente do IFMS sem sequer notá-lo. [...] Por último, ver várias espécies de bananas, abacates e mangas crescendo nos quintais foi impressionante para mim porque nunca acontece na França. Em resumo, tive um choque cultural enorme ao chegar, e ainda não tinha visto quase nada. Foi tudo muito emocionante!” A língua francesa: O francês é uma língua falada em todos os continentes e, além disso, era considerada a língua oficial internacional. "Para quem fala português, o francês é uma boa opção já que tem uma raiz em comum, o latim. Dependendo do nosso objetivo, cabe escolher bem a língua a ser estudada. Tem sempre que se perguntar: 'Por que quero aprender essa língua?' A importância de saber falar outro idioma é a que a gente decide atribuir. Poucas pessoas brasileiras são bilíngues ou poliglotas. Aconselho a todos vocês a aprenderem línguas para se destacarem tanto no mundo profissional quanto na vida pessoal." O jeitinho brasileiro de ser: Destacou as incontáveis diferenças entre o Brasil e a França: "Costumo dizer: tudo é diferente" . Pontuou que aqui o tradicional das refeições é ter muita carne e mandioca quando a mandioca nem existe na França! "No verão, no Sul da Europa, o sol se põe às 21h enquanto aqui são quase 18h. O inverno é muito quente e os dias frios passam rápidos. A sorte é que, ao contrário do que possam pensar, não gosto de frio." Não se considera 100% adepta ao jeitinho brasileiro de ser, porém, na maioria das coisas sim. "Meus amigos costumam dizer que sou mais campo-grandense que eles, talvez porque vivo por dentro dos eventos regionais. Amo as manifestações culturais que aqui ocorrem, estou sempre acompanhando e divulgando eventos promovidos na cidade e, aqui no IF, faço parte do coral. Já participei de diversas oficinas de dança gratuitas promovidas na Casa de Ensaio que, na França, costumam ser caras." Destaca que adora teatro, especialmente os eventos promovidos pela Estação Cultural Teatro do Mundo, que visa admirar figuras regionais. Frequenta saraus e feiras culturais como a Feira do Bosque, do Camburé, a Feira Afro da Praça do Preto Velho, e da Praça da Bolívia. "Tenho vivido grandes oportunidades de trocas de conhecimento com o Brasil, não só nos costumes" “O meu prato preferido é o cuscuz do Nordeste com queijo caipira. Também amei o escondidinho, a feijoada, a pamonha doce, os pães de mel, os pratos agridoces, do doce de leite, da salada com abacaxi. Vale lembrar que adoro tudo o que tem base de mandioca. A diversidade de sucos é incrível também.” Aprendendo português: Conta que por estudar línguas na escola, o processo não foi difícil. Aos 11 anos começou a aprender inglês e aos 13 anos o espanhol. Foram 16 anos praticando o espanhol, o que lhe permitiu conseguir falar o portugues rapidamente. Ela explica que fez apenas um ano de aulas para aprender a língua e após isso decidiu se aventurar aprendendo sozinha. Simulou uma imersão na nossa cultura, ouvindo músicas e podcasts além de seguir pessoas brasileiras e fazer listas de vocabulários. Francês no IFMS: Ficou interessado(a) em aprender Francês e poder sair falando bonjour pelo campus? Temos três turmas: Duas de francês básico 1 e uma de francês básico 2, que são ministradas pela professora Léa. As inscrições do presencial geralmente ocorrem em fevereiro, mas também tem a opção online na plataforma EAD Cursos Livres. E o melhor, ambos possuem certificado ao final do curso! N'abandonnez pas! Courage, vous êtes sur la bonne voie. L'apprentissage d'une langue exige beaucoup de discipline et de répétitions. Vous y arriverez, mais vous devrez beaucoup réviser, être patient(e) et avoir un objectif clair. Si vous n'arrivez pas à apprendre, je vous conseille d’étudier des techniques pour “apprendre à apprendre”. Et surtout, faitesle avec plaisir et non pas de manière torturée, sinon ça ne marchera pas. “Para ser bem honesta, não escolhi Campo Grande. Podemos até pensar que foi Campo Grande que me escolheu”. A cidade não estava na lista de opções da Embaixada, as opções são divididas em grupos de cidades e só se pode escolher uma cidade por grupo.” A professora explicou que no total são 3 escolhas que precisam ser classificadas por ordem de preferência. Esse sistema serve para evitar que todos escolham as mesmas cidades.

Ed. 03 “Tenho duas vertentes de motivação dentro da instituição — Ed. 3, p. 4

“Tenho duas vertentes de motivação dentro da instituição: Primeiro, são vocês estudantes que protagonizam o nosso cotidiano social e, em segundo (não menos importante), são os nossos servidores que se dedicam para que nossa instituição seja o melhor lugar para se trabalhar.” Autoras da entrevista: Lorena Leonel, Ana Lissa Alves, Ana Jhulia Franco, Cattarina Gobbo, Amanda Vitoria. Falando de planejamento, o que se espera para esse ano? Já está sendo pensado algo para 2024, ou estamos ansiosos demais? "Dentro do ensino, queremos trabalhar com projetos pedagógicos um pouco mais inovadores, hoje o perfil do estudante mudou e, se queremos inovar, precisaremos trabalhar em projetos pedagógicos um pouco diferentes. Neste contexto, temos que aproximar o diálogo entre os docentes e os documentos institucionais para que possamos apoiar as mudanças. Assim, não dá para fazer uma aula diferente se não tivermos um amparo legal, pois tudo nasce no projeto pedagógico. “Nós já avançamos muito nos projetos de pesquisa, só que eu gostaria de levar ainda mais projetos para a comunidade, porque levando para a comunidade a gente leva para a prática. Quando um estudante faz a prática, ele mostra para a comunidade aquilo que ele aprendeu na teoria. Por isso, podemos juntar pesquisa e a extensão não só para inovar, mas também para gerar mais renda para a população.” "Nossa Infraestrutura já melhorou muito nos últimos anos, eu quero investir mais, em laboratórios, só no ano passado nós colocamos 600 mil reais para melhorar os laboratórios dos 10 campi e esse ano eu pretendo aplicar mais 500 mil reais [...] Quero destacar que nós não temos espaço como os auditórios, mas este ano ainda, teremos nossas quadras de areia, laboratório de mecânica que está no projeto e ainda, estamos trabalhando nas passarelas que vamos colocar nos 10 campi. Com isso, vamos melhorar nosso espaço e nosso ambiente de trabalho, projetando um IF mais organizado, tanto para os estudantes, quanto para os servidores.” "A alimentação estava consolidada em somente 2 campus, Aquidauana e Corumbá. Foi ampliado para outros 5 campi, Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Naviraí e Nova Andradina. Todo o processo é moroso, mas acredito que vamos propiciar a alimentação escolar para todos os estudantes." "Eu já tenho escrito tudo o que eu quero fazer, uma característica minha é que tudo que eu prometo eu cumpro, se eu me comprometer vou trabalhar até conseguir e tudo o que depender de mim vai ser cumprido.” Em algum momento pensou que não seria capaz de administrar uma instituição tão grande como o IFMS? E encontrou alguma dificuldade só pelo fato de ser mulher? “Isso nunca passou pela minha cabeça. Existem algumas variáveis que nós não calculamos e não é qualquer pessoa que consegue administrar tudo isso aqui, mas eu nunca tive esse pensamento, bem pelo contrário, os grandes desafios que sempre me motivaram a seguir.” A palavra está aberta, a senhora deseja enviar algum recado ou mensagem aos estudantes? “Falem bem do Instituto Federal, pois é nesta instituição de ensino que aprendemos a conviver com experiências muito diferentes do ensino fundamental. Os projetos de ensino, de pesquisa e de extensão proporcionam a vocês estudantes um universo de aprendizagem fora da sala de aula. Não esqueçam das suas origens e que o nome do IFMS estará sempre no currículo Lattes ou no currículo Vitae de vocês. Não temos dúvidas que serão bem sucedidos e que alcançarão o topo!” Emocionante, não? Esperamos que tenham gostado da entrevista e de ter conhecido um pouco mais da nossa reitora!

Ed. 03 Entrevista com a reitora Elaine Borges Monteiro Cassiano — Ed. 3, p. 3

Entrevista com a reitora Elaine Borges Monteiro Cassiano Mulher, mãe, avó e professora Conheça um pouco mais sobre a reitora do IFMS! Trajetória Sua trajetória ao longo da vida não foi fácil, mas encoraja muitas mulheres. Ela é a caçula de uma família de nove filhos, cresceu em Umuarama e aos 14 anos, ainda na oitava série, sua rotina se resumia em trabalho e escola simultaneamente para ajudar sua família nas despesas de casa. Estudava de manhã, trabalhava à tarde e à noite fazia um curso de auxiliar administrativo. Fez um curso de técnico em contabilidade, trabalhou na Pernambucanas (era seu sonho) e dirigiu uma empresa com quatrocentos funcionários no cargo de gestora administrativa. Aos 20 anos casou-se e foi embora para Rondonópolis-MT com seu esposo. Ao se mudar, a reitora conta que sua vida mudou muito, e para melhor. Ela acrescenta que “nada foi fácil durante todos estes anos”, mas que tem nos ensinamentos de sua mãe seus princípios, pois a criou para não ser dona de casa e sim dona da casa. Quem é a Elaine? Primeira mulher eleita pela comunidade acadêmica do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) para o cargo de reitora. É doutora em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária, mestre em Produção e Gestão Agroindustrial, especialista em Gestão de Pessoas, especialista em Docência para Educação Profissional, Científica e Tecnológica pelo Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) e graduada em Administração. Ingressou como docente do IFMS em 2012 e já ocupou os cargos de diretora do Centro de Referência em Tecnologias Educacionais e Educação a Distância (Cread), pró-reitora de Ensino (PROEN), diretora da Educação Superior e coordenadora de Gestão Acadêmica. Elaine Borges Monteiro Cassiano é reitora do Instituto Federal, mulher, mãe, avó e professora! O IFMS é composto por 10 campi, como é administrar todos? Qual seria a maior dificuldade? "Nem todo mundo pensa igual a mim, eu sou eleita e os diretores gerais também são. A forma que nós encontramos para resolver qualquer coisa é o diálogo, vou dialogar sempre com os diretores gerais para achar um melhor caminho para resolver as situações do nosso cotidiano. Quando se tem uma coerência, fica muito mais fácil de você gerir e trabalhar. Nestes últimos anos nós quebramos muitos paradigmas, nem todo mundo gosta de ser liderado, de diretrizes ou de normas, e a reitoria é para resolver essas questões". Dia 14 de maio é Dias das mães, e sabendo que a senhora é mãe e avó, como é lidar com a tripla jornada? "Se eu não tivesse a minha irmã Fátima que é minha amiga, me ajudando, acho que seria muito mais difícil. Ela está comigo desde que eu me estabeleci em Campo Grande. Ela veio para me ajudar em casa por um dia, e está até hoje, a gente é amiga mesmo, se eu não tivesse ela eu não sei o que faria. Na pandemia, ela teve que ficar em distanciamento, eu quase enlouqueci [...]" "O meu foco maior sempre foi o trabalho, mas não posso esquecer que sou mãe, que sou avó, que sou esposa e que eu tenho que assumir esses papéis também. O que me deixa bem tranquila é que tenho o apoio de todos da minha família, eles me lembram de assumir esses papéis, eles falam, eles me rememoram disso. Hoje meu trabalho está dividido entre o exercício de ser reitora e professora durante a semana, mas aos sábado eu me dedico à minha neta e à minha família." Dando continuidade ao foco desse mês tão importante, o que é ser mãe para a senhora? “É literalmente padecer no paraíso. Ser mãe para mim, é tudo! Todas as decisões que eu tomo são pensando em meus filhos. Além de mãe, eu sou avó e não vejo sentido em absolutamente nada sem eles.” Em algum momento da sua trajetória pessoal e acadêmica, imaginou estar aonde chegou? “Imaginei, estudei, planejei, me organizei para estar onde estou. Não quando entrei no instituto, mas tenho comigo, que tudo que você coloca como objetivo e não fica esperando as coisas acontecerem, elas se realizam… Tem que ter coragem e ir adiante.”

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