Diamond VOX
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A coluna DIAMOND VOX destaca conquistas estudantis e acontecimentos relevantes para o campus, dando visibilidade a resultados, projetos e participações que merecem reconhecimento. Seu conteúdo inclui premiações, competições, feiras de ciência e tecnologia, projetos inovadores, eventos acadêmicos e trajetórias de estudantes ou grupos do IFMS, podendo também apresentar entrevistas e explicações sobre o trabalho desenvolvido. Com caráter jornalístico e celebrativo, utiliza manchetes diretas e textos que contextualizam as conquistas, apresentam seus participantes e evidenciam sua importância para a comunidade escolar. Dessa forma, funciona como uma vitrine para os resultados expressivos dos estudantes, valorizando a pesquisa, a criatividade, a dedicação e a participação como caminhos para o reconhecimento dentro e fora do campus.
Ed. 23 Diamond VOX — Edição 23 (2026), página 7
v Para que essas três equipes chegassem até lá, o trabalho dos estudantes contou com o acompanhamento e orientação dos professores Dante Mello e Villarim, que contribuíram para que os estudantes pudessem desenvolver seus projetos e vivenciar a competição. O professor Dante atuou como orientador durante o processo, enquanto Villarim acompanhou os estudantes durante a Jornada, em Barra do Piraí. Cada equipe, porém, possui uma história diferente. A Little Boy, por exemplo, nasceu a partir de um interesse que foi crescendo ao longo do tempo e uniu os estudantes Richard, Nycolas e Enrico. Juntos eles conquistaram o 2º lugar na etapa local, chegou à Jornada de Foguetes e alcançou o 6º lugar entre 105 equipes, tornando-se Top 2 do estado e Top 1 de Campo Grande, além de conquistar a medalha de ouro. Mas, por trás dos resultados conquistados, estão principalmente os próprios estudantes: jovens que tiveram contato com a OBAFOG, desenvolveram seus foguetes, aprenderam com os testes e lançamentos e transformaram a curiosidade pela ciência em uma experiência concreta. Mas a Little Boy não foi a única equipe a construir uma trajetória marcante até a Barra do Piraí. A Apogeu também representou o campus CG na Jornada de Foguetes, levando consigo uma história marcada pelo interesse pela ciência e pela vontade de aprender. A equipe é formada por Sofia Araújo Chagas, Vitória Emanuele da Silva e Davi Monteiro dos Santos. Para Sofia, entretanto, a experiência foi muito além do resultado. Ela descreveu a participação como “extremamente enriquecedora”, destacando os aprendizados, o desenvolvimento de novas habilidades e a oportunidade de conhecer pessoas de diferentes partes do Brasil e trocar conhecimentos. Para ela, toda a experiência na Jornada se tornou uma “aventura inesquecível”. Quanto à Magnus Rockets, formada por Gustavo Dias Rocha, Murilo Ferreira Araújo e Samuel Meneses Moreira, a participação na competição começou a partir da influência de estudantes que já haviam participado da olimpíada. O contato com essas experiências despertou o interesse dos integrantes e, posteriormente, levou à formação da equipe que se consagrou campeã em 2026. Na etapa regional, a equipe conquistou a medalha de prata com um lançamento de 277 metros. Já na Jornada de Foguetes, a Magnus alcançou 291,9 metros e recebeu a premiação de campeã. Mais do que os números alcançados, a participação na Jornada mostrou diferentes caminhos que podem levar um estudante à ciência: seja pela curiosidade, pelo incentivo de colegas ou pela vontade de transformar uma ideia em um projeto. Little Boy, Apogeu e Magnus Rockets chegaram a Barra do Piraí com histórias diferentes, mas retornaram com algo em comum: a experiência de representar o IFMS e conquistar um lugar entre os destaques da competição. Para além do pódio, ficaram os aprendizados, as amizades, os desafios e a certeza de que a curiosidade também pode ser o primeiro passo para uma grande descoberta. Do lançamento wao pódio: estudantes do IFMS se destacaram na Jornada de Foguetes (OBAFOG) Magnus Rocket, Little Boy e Apogeu representaram o Campus e conquistaram resultados de destaque entre 105 equipes em nacional
Ed. 23 Diamond VOX — Edição 23 (2026), página 6
v Do lançamento ao pódio: estudantes do IFMS se destacaram na Jornada de Foguetes (OBAFOG) Magnus Rocket, Little Boy e Apogeu representaram o Campus e conquistaram resultados de destaque entre 105 equipes em nacional Oii, Corujinhas! Tudo bem?! Nós, da equipe VOX, esperamos que sim! Desta vez, a coluna Diamond será dedicada com um carinho especial, aos nossos queridos estudantes que representaram o IFMS em mais uma edição da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG), na Jornada de Foguete. Entre as equipes competidoras, estavam Magnus Rocket, Little Boy e Apogeu. A classificação para a Jornada já era, por si só, uma grande conquista. Mas os estudantes foram além: diante de 105 equipes participantes, as três receberam premiações de campeãs, levando o nome do IFMS para o pódio da competição. A participação na OBAFOG começou ainda antes dos lançamentos. Entre os dias 23 e 24 de abril, durante o período oficial de inscrições da OBA e da OBAFOG, as equipes deram os primeiros passos rumo à competição. Já nos dias 14 e 15 de maio, chegaram ao fim os prazos oficiais para a realização dos lançamentos de foguetes. No campus Campo Grande, 17 equipes participaram, 15 delas pertencentes ao nível 4, categoria em que o IFMS compete atualmente. As três melhores equipes da etapa local conquistaram a oportunidade de representar o campus na Jornada de Foguetes, realizada entre os dias 10 e 13 de agosto, em Barra do Piraí (RJ). A OBAFOG se divide em diferentes níveis de construção de foguetes, de acordo com a etapa de ensino dos competidores. Os estudantes participam de uma etapa local, a fim de concorrer a uma vaga na etapa nacional. Para a classificação no nível 4, é necessário alcance horizontal mínimo de 100 metros ou ficar entre as 3 melhores equipes do campus. Cada equipe deixou sua marca na Jornada. A Little Boy alcançou o 6º lugar geral, tornando-se Top 2 do estado e Top 1 de Campo Grande, além de conquistar a medalha de ouro. A Apogeu alcançou a marca de 262 metros e também recebeu a premiação de campeã. A Magnus Rockets também integrou o trio de equipes do Campus que chegaram à Jornada. Na etapa regional, a equipe alcançou 277 metros. Já na Jornada Foguetes, chegou aos 291,9 metros e recebeu a premiação de campeã.
Ed. 22 MODALIDADE DE E-SPORTS — Ed. 22, p. 3
MODALIDADE DE E-SPORTS Ao longo de toda a programação a Expogeek nos deu a chance de enxergar o IFMS como um espaço de criatividade e inovação, um espaço onde a cultura geek pode criar raízes para crescer. A Equipe VOX agradece a todos que contribuíram para tornar essa edição possível: à comissão organizadora, aos voluntários, aos jurados, aos apoiadores e a todos os participantes que dedicaram seu tempo, sua criatividade e seu entusiasmo para da Expogeek em evento inesquecível. Cada cosplay confeccionado, cada ilustração produzida, cada jogo desenvolvido durante o Game Jam, cada coreografia apresentada no Just Dance e cada partida disputada nas modalidades do e-sports representou o compromisso da comunidade estudantil. Parabenizamos todos os vencedores pelo reconhecimento conquistado, mas também estendemos nossos cumprimentos a aqueles que aceitaram participar. O verdadeiro espírito da Expogeek estava na coragem de criar, aprender e aprender a compartilhar experiências independente do resultado. Que essa edição permaneça como inspiração para novos projetos e descobertas. Esperamos que os momentos vividos aqui continuem incentivando uma comunidade cada vez mais unida e apaixonada pela cultura geek. Em nome de toda a equipe VOX: Jornal Estudantil, nosso muito obrigado a todos que fizeram parte dessa história. Nos encontramos na próxima edição da Expogeek, pontos para celebrar novos talentos, ideias e conquistas! Confira também algumas fotos dos pódios de melhor Cosplay e melhor desenho
Ed. 22 Diamond — Ed. 22, p. 2
Diamond Conheça os Campeões da Expogeek ExpoGeek premia talentos em diferentes categorias e movimenta o IFMS Olá, Corujinhas! A ExpoGeek movimentou o IFMS com uma programação cheia de criatividade, diversão e talento. Entre concursos, apresentações e competições, estudantes e visitantes deram um show nas categorias de desenho, cosplay, Just Dance, Free Fire, FC 26, Street Fighter 6 e Game Jam. Ao longo do evento, os participantes demonstraram dedicação, habilidade e muita criatividade, tornando cada atividade ainda mais especial para o público presente. E é claro que a equipe do Vox foi em busca dos resultados! Para reconhecer todo esse empenho, os melhores colocados em cada categoria receberam premiação ao final do evento. Confira abaixo quem conquistou os primeiros lugares e se destacou na ExpoGeek, recebendo reconhecimento por suas apresentações, produções e performances. CONCURSO DE DESENHO CONCURSO DE GAME JAM 1° LUGAR EQUIPE: JORNADA PARA O BIOPARQUE 2° LUGAR EQUIPE: BIOSPLASH 3° LUGAR EQUIPE: PANTANA L FISHING VOTO POPULAR: BIO ARENA PANTANAL FREE FIRE 1º LUGAR - XITADOS7 2º LUGAR - OS MORDE FRONHA EA SPORTS FC 26 1º LUGAR - VINICIUS BENTO 2º LUGAR - LUIZ EDUARDO 3º LUGAR - MIGUEL KADRI STREET FIGHTER 6 1º LUGAR - RENAN WILLIAM 2º LUGAR - LUCAS DANIEL 3º LUGAR - DAVID DA CRUZ MODALIDADE DE E-SPORTS CATEGORIA DE JUST DANCE 1º LUGAR - @THIAGO.DAS 2º LUGAR - @PIPOCAO_CS 3º LUGAR - @FINGE_QUE_TEM_ ALGO_AQUI2.0 C ATEGORIA DE COSPLAY 1º LUGAR - @FAMI.COS 2º LUGAR - @NAOMIINAGAKII 3º LUGAR - @CHAINSAW_MAN 1° LUGAR NOME DA OBRA: DEFENSORES DAS RUAS 2° LUGAR NOME DA OBRA: KOUMAKYOU ~ PAST, PRESENT & FUTURE 3° LUGAR NOME DA OBRA: CAOS ESPIRITUAL VOTO POPULAR: NOME DA OBRA: DON’T MOVE - INUMAKI SAUCHUK
Ed. 20 The Canadian Tour: antes sonho, agora real! — Ed. 20, p. 8
The Canadian Tour: antes sonho, agora real! Oii corujinhas! Como estão? Vocês se recordam das duas estudantes do nosso campus que foram para um intercâmbio no Canadá ano passado? Pois bem, antes de viverem essa experiência, elas nos proporcionaram uma entrevista detalhando suas expectativas e ansiedades em relação a viagem (para assistir, acesse o link: Pensando na volta, nossa equipe se propôs a realizar a segunda parte da entrevista: o foco agora é que elas compartilhem suas vivências únicas durante o intercâmbio. Além disso, tivemos a participação dos nossos seguidores, que enviaram pela mídia social algumas perguntas sobre a experiência como intercambista. A seguir, acompanhem os relatos de Gabriela e Sophia: VOX - Como foi o choque cultural e quais você acredita que são as principais diferenças entre Brasil e Canadá? S.V. - O choque cultural foi, ao mesmo tempo, desafiador e muito enriquecedor. No Canadá, percebi que a maioria das pessoas é bastante acolhedora, especialmente por estarem acostumadas a receber intercambistas de diversas partes do mundo. Além disso, notei que os canadenses, em sua maioria, são muito educados e pacientes, sempre procurando compreender o outro e dispostos a repetir o que for necessário para ajudar. A rotina também apresenta diferenças, sendo geralmente mais organizada e com hábitos distintos, como refeições mais leves no almoço, muitas vezes compostas por sanduíches. Outro aspecto cultural marcante é o costume de não entrar em casa com sapatos, o que demonstra um cuidado com o ambiente doméstico. Em relação ao clima, mesmo que não estivesse acostumada com as baixas temperaturas, tive uma das melhores experiências do meu intercâmbio que foi ter contato com a neve.Tive também a oportunidade de apresentar um pouco do Brasil, principalmente em relação à nossa culinária e à diversidade cultural entre as regiões. Muitas pessoas têm a ideia de que o Brasil se resume às cidades grandes, e foi interessante mostrar que o país é muito mais amplo e diverso. As reações foram, em geral, de surpresa e curiosidade, e muitos demonstraram grande interesse em aprender mais sobre o nosso país. VOX - Quais foram seus maiores desafios? S.V. - Para mim, um dos maiores desafios, sem dúvida, foi a comunicação em outro idioma. Apesar de possuir um conhecimento básico de inglês, senti muita insegurança em relação a isso no início. No entanto, essa preocupação acabou sendo desnecessária, pois as pessoas se mostraram muito pacientes e dispostas a ajudar, o que tornou o processo de adaptação mais tranquilo. VOX - Como era a escola e o que você aprendeu lá no Canadá? G.G. - Durante o intercâmbio, estudamos na ILSC, uma escola que recebe estudantes de diversas partes do mundo. Essa diversidade tornou a experiência ainda mais enriquecedora, pois tivemos a oportunidade de conhecer e interagir com pessoas de diferentes culturas, como colegas do Panamá, da Coreia, do Japão e da China, por exemplo. G.G. - Em relação às aulas, optei por focar principalmente nas habilidades de listening e speaking, que eram áreas nas quais eu queria me desenvolver mais. As aulas eram dinâmicas e contribuíram bastante para a prática do idioma no dia a dia. A rotina escolar acontecia, em geral, das 8h até por volta das 13h, com intervalos ao longo do período. No geral, foi uma experiência muito positiva, tanto pelo aprendizado quanto pelas conexões culturais que pude vivenciar.
Ed. 19 SUSTENTABILIDADE EM PRÁTICA — Ed. 19, p. 10
SUSTENTABILIDADE EM PRÁTICA: Banners de PVC reutilizados como pastas escolares na escola municipal antônio josé paniago (CBS) Participantes: Maria Eduarda dos Santos de Jesus, Jéssyka Ivanyr Miranda Santos e Priscila Ferreira Matos. Orientador: Daiane Rocha Generoso e Leonardo Santos Garcia. Um modelo de programação linear inteira para a otimização do quadro de horários da escola das asas (CET) Participantes: Isaque Borges Duarte, Yasmin Varjão Zanardi, Luiza Keury Nogueira Cardozo e Emanuelly Ortega Alegre. Orientador: Lee Jing Xuan. ENCRUZILHADA DE POSSIBILIDADES: Potencialidades para uma educação antirracista no IFMS/CG (MDIS) Participantes: Kamille Vitória Meneses da Silva. Orientador: Clarissa Gomes Pinheiro de Sá e Ariela Castelani Bertoli. MELHOR PROJETO DE IMPACTO SOCIOAMBIENTAL DESCONECTE-SE! Descubra como o esporte pode te ajudar a diminuir o tempo de telas (CBS) Participantes: Letícia Aguilar Leite de Oliveira e Helena Bittar Nobre. Orientador: Adilson Rodrigues da Silva e Emilyn de Oliveira Souza. A escrita criativa e autoral por meio da multiplicidade dos gêneros discursivos: VOX EM UMA NOVA EDIÇÃO. Participantes: Isabely Ovani de Lima, Ana Clara Sant’Anna Lopes e Matheus Muniz de Araujo. Orientador: Marta Luzzi e Cláudia Santos Fernandes. EVASÃO ESCOLAR NO PERÍODO NOTURNO: Desafios e possibilidades de permanência (CHSAL) Participantes: Talita Manede dos Santos, Daniele da Silva Lima, Leonardo de Arruda Gimenez e Gustavo Henrique Gonçalves Borges. Orientador: Ketylen Karyne Santos Almeida. DESCONECTE-SE! Descubra como o esporte pode te ajudar a diminuir o tempo de telas (CBS) Participantes: Letícia Aguilar Leite de Oliveira e Helena Bittar Nobre. Orientador: Adilson Rodrigues da Silva e Emilyn de Oliveira Souza. MENÇÃO HONROSA - SINAPSE MELHOR PROJETO QUE VALORIZA A HISTÓRIA, CULTURA E TECNOLOGIAS SOCIAIS AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS MENÇÃO HONROSA - SOCIEDADE BRASILEIRA DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE CREDIAL MOSTRATEC CREDENCIAL FETEC CREDENCIAL FECINTAFS O VOX celebra e parabeniza todos os participantes da FECINTEC!
Ed. 19 Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio — Ed. 19, p. 9
Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio 1° Determinação e avaliação de metais pesados em géis oftálmicos utilizados no tratamento da doença do olho seco. Participantes: Priscila Shirahama. Orientador: Marcelo de Oliveira. 2° ARDUVERDE: Ciência na horta Participantes: Renata Leonel de Souza, Debora Beatriz Lopes de Oliveira e Isabela Oliveira Lima. Orientador: Ana Paula Floriano Santos e Paola Scheibler. 3° Um estudo sobre a nomofobia: análise dos impactos entre os familiares dos estudantes do ensino médio técnico do IFMS/CG. Participantes: Ana Clara Costa Sule e Thamiris Pires. Orientador: Luis Eduardo Moraes Sinésio e Rafael Bruno Peres. CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE (CBS) 1° Módulo didático para auxiliar decifientes visuais no ensino de eletricidade básica. Participantes: Peter Dias Ribeiro de Castro, Isabelly Ferreira Uliana e Iasmin da Silva Ribeiro. Orientador: Rhasla Ramos Abrão Wanderley e Gabriele Robete Kavano. 2° O processo criativo autoral por meio do suporte textual do jornal estudantil: VOX EM UMA NOVA EDIÇÃO. Participantes: Ana Clara de Souza Braz, Victor Henrique Carlos Hoffner e Mariana Araujo Leal. Orientador: Marta Luzzi e Cláudia Santos Fernandes. Diálogos de saberes: POVOS ORIGINÁRIOS E AGENDA 2030 Participantes: Edgar Mario Villasanti Torres, Camilly Vitoria Ferreira Benites e Kellen Hakany de Oliveira Pinto. Orientador: Clarissa Gomes Pinheiro de Sá e Ariela Castelani Bertoli. MULTIDISCIPLINAR (MDIS)
Ed. 19 Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio — Ed. 19, p. 8
Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio 1° Sistemas de ranking eletrônico para fomentar atividades gamificadas. Participantes: Gutemberg Sousa Nascimento e Marianny Gonçalves Silva. Orientador: Célio Gianelli Pinheiro e Marilyn Aparecida Errobidarte de Matos. 2° O impacto da inteligência artificial no aprendizado dos alunos que cursam itinerário formativo em desenvolvimento de jogos digitais no CEEP Hércules Maymone. Participantes: Yuri Farias Francisco Raimundo, Lucas Samuel Riquelme Jara e Vittor Huggo Gill Sanches. Orientador: Andre Luis Goulart e João Matheus Albertoni Macedo. 3°Estação de monitoramento ambiental na escola: sistema de baixo custo, disponibilização on-line dos dados e informação à comunidade. Participantes: Maria Eduarda de Oliveira Celin, Isabely Gomes Martinez e Rebeca Marçal Cortes. Orientador: Flávio Santana Michels e Eliene da Silva Garcete Pereira de Abreu. CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA (CET) 1° Evasão escolar no período noturno: desafios e possibilidades de permanência. Participantes: Talita Manede dos Santos, Daniele da Silva Lima, Leonardo de Arruda Gimenez e Gustavo Henrique Gonçalves Borges. Orientador: Ketylen Karyne Santos Almeida. A escrita criativa e autoral por meio da multiplicidade dos gêneros discursivos: VOX em uma nova edição. Participantes: Isabelly Ovani de Lima, Ana Clara Sant’Anna Lopes e Matheus Muniz de Araujo. Orientador: Marta Luzzi e Cláudia Santos Fernandes. 3° DAMAS LITERÁRIAS DE MATO GROSSO DO SUL: Uma narrativa delas. Participantes: Sofia Arauo Chagas, Emanuelle Candido Pimenta, Bianca Pereira Teodosio Martins e Maria Clara Nantes Fernandes. Orientador: Andreia Dias de Souza e Luiz Fernando Delboni Lomba. CIÊNCIAS HUMANAS, SOCIAIS APLICADAS E LINGUÍSTICAS (CHSAL)
Ed. 19 Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio — Ed. 19, p. 7
Destaques da FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio DESTAQUES DA FeciNTEC: Premiações do Ensino Médio E aí Corujinhas, já deram uma olhadinha de como foram os resultados da nossa feira científica? Tivemos a honra de ganhar 37 premiações nessa 12° edição da Feira Científica e Tecnológica de Mato Grosso do Sul em nosso campus Campo Grande! Com os prêmios sendo divididos entre as cinco categorias concorrentes, também incluindo as de cunho especial. Que tal darmos uma olhada nos colocados de cada categoria? 1° Avaliação da resistência do fruto do baru (DIPITERYX ALATA) ao corte em função do tipo de lâmina e posição de corte. Participantes: João Paulo Bastos Benz dos Santos. Orientador: Fabiano Pagliosa Branco. 2° Projeto e construção de um sistema de medição de distribuição de pressões sobre cilindros. Participantes: Pedro Lucas Miranda da Silva de Sá. Orientador: Fabiano Pagliosa Branco. 3° Sistema automatizado de IA para inseminação em espécies ameaçadas. Participantes: Diogo da Cruz Soares. Orientador: Marcelle Aiza Tomas e Camila Torres. CIÊNCIAS AGRÁRIAS E ENGENHARIAS (CAE) 1° Determinação e avaliação de metais pesados em géis oftálmicos utilizados no tratamento da doença do olho seco. Participantes: Priscila Shirahama. Orientador: Marcelo de Oliveira. 2° ARDUVERDE: Ciência na horta Participantes: Renata Leonel de Souza, Debora Beatriz Lopes de Oliveira e Isabela Oliveira Lima. Orientador: Ana Paula Floriano Santos e Paola Scheibler. 3° Um estudo sobre a nomofobia: análise dos impactos entre os familiares dos estudantes do ensino médio técnico do IFMS/CG. Participantes: Ana Clara Costa Sule e Thamiris Pires. Orientador: Luis Eduardo Moraes Sinésio e Rafael Bruno Peres. CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE (CBS)
Ed. 19 A Equipe VOX deseja a Priscila bons estudos e boa sorte na sua jornada como pesquisadora. E que venha FEBRACE 2026! — Ed. 19, p. 6
A Equipe VOX deseja a Priscila bons estudos e boa sorte na sua jornada como pesquisadora. E que venha FEBRACE 2026! Medalhista de ouro e credenciada na FEBRACE: Conheça a pesquisadora e O seu projeto Não é de hoje que sabemos o quanto o IF pode abrir as portas para os estudantes com os mais diversos projetos, bolsas estudantis e intercâmbios. Com tantas mentes ávidas e ideias inovadoras chega a ser surpreendente o quanto se pode conhecer sobre as pessoas que estão aqui, quando buscamos saber mais sobre suas histórias e conquistas. Priscila Shirahama é uma dessas pessoas. Ganhadora em 1° lugar com o projeto “Determinação e Avaliação de Metais Pesados em géis oftálmicos” utilizando em tratamento da doença do olho seco na categoria de Ciências Biológicas e da Saúde (CBS) na FECINTEC e contemplada com credencial para a Febrace (USP), nos prova que com dedicação e perseverança todo o esforço vale a pena. VOX - Como uma estudante medalhista e pesquisadora, como você enxerga as oportunidades dentro da Iniciação Científica? PRISCILA SHIRAHAMA - “Principalmente na universidade, eu penso que dentro das universidades existem muito mais oportunidades acadêmicas e meu interesse é nessa área. Infelizmente no Brasil muitas vezes nós não temos tanto fomento ou incentivo, ainda assim, pretendo continuar por este caminho.” VOX - Você possui interesse em dar continuidade à pesquisa científica? O que você esperaria alcançar com eles futuramente? P.S - “Sim, eu penso em futuramente continuar na área de pesquisa e iniciação científica. Atualmente tenho um projeto em mente relacionado à Inteligência Artificial, área que me interessa muito, como eu curso o Técnico em Informática aqui no IFMS, quero continuar nessa área, especialmente porque esse projeto é um pouco diferente das pesquisas que apresentei durante as feiras, e com isso o meu objetivo é impactar positivamente as pessoas e comunidades, trazendo transformações para o dia a dia. Acredito que a Inteligência Artificial tem um grande potencial para fazer uma diferença real na vida das pessoas, assim como a minha área de foco em pesquisas que possui um lado mais voltado para a medicina e eu quero poder fazer parte disso.” VOX - Durante o processo de criação e desenvolvimento da análise científica do projeto, o que mais exigiu esforços? P.S - Acredito que o que mais exigiu esforços foi principalmente começar a entender o projeto como um todo, pelo fato de que é voltado na área da saúde, medicina e farmácia. Tinha muitos conceitos, informações que eu não estava habituada, ficava me perguntando o significado de determinados termos, esse foi um dos principais desafios. Boa parte dos artigos que eu li foram em língua inglesa ou em outro idioma, e como eu ficava realmente perdida tentando compreender todas aquelas nomenclaturas com os seus significados precisei estudar muito, fazendo diversas pesquisas à parte para realmente compreender, mas no final deu tudo certo. VOX - Poderia citar um momento marcante durante os seus primeiros passos dentro do projeto? P.S - “Um momento que para mim foi muito marcante durante esses primeiros passos, além de ter me dedicado bastante para ler os artigos em outros idiomas, foi principalmente a parte laboratorial. Tive a oportunidade no laboratório da faculdade de Medicina da UFMS, de conhecer os universitários de lá e desenvolver as pesquisas e esse foi um momento muito marcante da vivência prática no laboratório.” VOX - Como foi ser orientada pelo seu orientador e co-orientador durante o processo de iniciação científica? O que ficou para você de valioso aprendizado? P.S - “Todo esse processo com o meu orientador para mim foi muito enriquecedor quanto academicamente. Meu orientador foi uma peça chave nisso e como era somente eu nessa pesquisa, ele sempre foi empático e se dispôs a ajudar da melhor forma possível em todos os momentos e por isso meu envolvimento no projeto foi muito maior.” VOX - O que te motivou a criar esse projeto científico? Como você se sente ao ver que seu projeto repercutiu tão bem a ponto de ganhar A 1ª Colocação na categoria da credencial? P.S - “Eu fico muito feliz que o projeto tenha repercutido muito, com as premiações tanto na FETECMS quanto na Fecintec. O que me motivou foi estar na área da saúde que é extremamente importante e eu queria poder fazer algo que impactasse as pessoas no dia a dia, além disso juntar esse tema com a parte tecnológica, que é algo que está muito presente em nossas vidas, me fizeram conhecer mais sobre a pesquisa e a começar na iniciação científica.” VOX - É possível afirmar que a ciência mudou sua vida como estudante de Ensino Médio? Explique para gente! P.S - “Com certeza a ciência mudou sim a minha vida como estudante no Ensino Médio. Quando no ensino fundamental eu não tive muitas oportunidades na iniciação científica, além de não entender muito sobre o assunto. Quando entrei no Instituto Federal eu tive a oportunidade de começar a me conectar mais com essa área do conhecimento e descobri muitos projetos de pesquisa que tem aqui no campus e isso mudou completamente a minha percepção. Percebi que você consegue pensar muito mais do que apenas estudar para passar, fazer vestibulares e ter uma boa nota no Enem, pois as suas lentes são abertas para um novo mundo e trazem novos objetivos para a sua vida.” VOX - Se você pudesse deixar uma mensagem para os nossos estudantes do Campus Campo Grande, que estão ingressando nessa área do conhecimento, qual recado seria? P.S - “Sempre buscar a sua paixão e ir atrás do que você gosta, vá atrás do que te inspira e procure novas oportunidades para fazer com que os seus sonhos se tornem reais. Não desista!”
Ed. 18 Negrótica conquista 2º lugar na Olimpíada — Ed. 18, p. 7
Negrótica conquista 2º lugar na Olimpíada Brasileira de Robótica Educação Antirracista + robótica, é assim que projeto Negrótica nasceu. Vamos conferir e entender como a informática pode ser um meio para debates sociais F.L - “Participar da OBR e ainda conseguir o segundo lugar na etapa estadual na modalidade artística foi algo muito gratificante, um retorno muito positivo. Estamos muito contentes com esse resultado, não só eu como os bolsistas, mas também os estudantes e a escola. O que fica mais evidente foi que conseguimos mostrar a história de uma figura tão importante para o estado e que infelizmente é muito invisibilizada. Eva Maria de Jesus chegou aqui em torno de 1905, sendo praticamente uma das fundadoras da cidade, e a história da Comunidade Tia Eva deveria ser contada nas escolas. Esse foi e ainda é nosso objetivo, tanto que durante a OBR as pessoas vinham nos perguntar quem foi Tia Eva, de onde veio a história, porque infelizmente as pessoas não sabem, e perceber que conseguimos atingir as pessoas é muito importante. Não apenas sobre Tia Eva, pois temos em torno de vinte e duas comunidades quilombolas que foram importantes para a construção do estado e suas histórias simplesmente não são contadas e evidenciar essas memórias é fundamental.” VOX - Para você, como a robótica pode servir como um instrumento para a formação educacional antirracista? F.L - “Com certeza é algo muito importante e necessário. A história dos povos oprimidos, como indígenas e negros, quando são invibilizadas não é algo exclusivo de algum nicho, acontecendo inclusive dentro da tecnologia. Quantas histórias são apagadas dentro da tecnologia? Por que esse assunto, apesar da lei 10.639 de 2003 que obriga o ensino da cultura afro-brasileira nas instituições de ensino, se torna uma responsabilidade apenas dos professores das disciplinas de humanas? Devemos conseguir, cada vez mais, falar sobre esses assuntos e usar a tecnologia para conseguirmos discutir melhor essas temáticas tão relevantes. Afinal, a responsabilidade das instituições de ensino com o estudante é a formação da cidadania e orientação no mercado.” VOX - O que se espera para o futuro do projeto? Qual mensagem você gostaria de deixar para nossos estudantes? F.L - “O projeto Negrótica não se limitou a essa edição, temos a proposta de continuar a trabalhar a robótica ano que vem e tentar trazer cada vez mais esse debate para dentro da instituição, que é um dos objetivos do NEABI. É muito importante entendermos esse contexto e o NEABI tem essa função. Todos nós professores, estamos à disposição para dialogar sobre esses temas e em qualquer situação de racismo, ou qualquer situação que aconteça ou que você presencie, nós estamos lá para acolher e discutir.” VOX - Nos conte um pouco sobre a experiência de participar da olimpíada? O que a vitória representa para o projeto e a comunidade? Quer saber mais sobre a origem do projeto e a comunidade Tia Eva? Confira mais na Edição de Junho na coluna do NEABI. A Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) é uma das maiores olimpíadas científicas do Brasil. Destinada a estudantes entre 6 e 19 anos, ela abrange escolas públicas e privadas do ensino fundamental, médio ou técnico integrado. Seu objetivo é: “se adaptar tanto ao público que nunca teve contato com robótica quanto às escolas que já integram a robótica educacional, com o propósito de inspirar os jovens a seguir carreiras científico-tecnológicas. Olimpíada Brasileira de Robótica
Ed. 18 Negrótica conquista 2º lugar na Olimpíada — Ed. 18, p. 6
Negrótica conquista 2º lugar na Olimpíada Brasileira de Robótica Educação Antirracista + robótica, é assim que projeto Negrótica nasceu. Vamos conferir e entender como a informática pode ser um meio para debates sociais O projeto Negrótica, além de compor o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI), atua diretamente na Escola Estadual Antônio Delfino Pereira, situada na Comunidade Quilombola Tia Eva, somando o estudo da robótica com a educação antirracista. No dia 16 de agosto, a equipe do projeto conquistou o 2º lugar na etapa estadual da Olimpíada Brasileira de Robótica na modalidade artística, e tudo isso aconteceu no Estádio Moreninho. Conversamos com o orientador do projeto, o professor Fábio Luiz, para nos contar um pouco sobre essa experiência. VOX - Professor Fábio, nos conte um pouco sobre sua trajetória. O que te motivou a seguir na área da informática? Fábio Luiz - “Visivelmente sou um homem negro, então a questão racial sempre esteve muito presente na minha vida e desde sempre tive muita facilidade com exatas. Quando me tornei docente, uma das primeiras coisas que tentei fazer foi trazer a temática racial para o campo tecnológico. Por ser essa minha trajetória e por sempre pensar nas questões sociais, utilizo a tecnologia como uma ponte para promover essas discussões. Assim, sempre busco abordar essas temáticas nas minhas aulas e projetos.” VOX - Como o projeto é realizado? Como é trabalhar a robótica em uma comunidade quilombola? F.L - “Esse projeto foi concebido através de um edital do Instituto Federal de Brasília, junto com a Finatec e o Ministério da Igualdade Racial que promove e organiza redes antirracistas por todo o Brasil. Como atuo diretamente no NEABI vimos a oportunidade de trabalhar a robótica na escola da comunidade da Tia Eva. E quando surgiu este edital, Conseguimos a aprovação e encaramos o desafio de realizar esse trabalho na escola e nos envolver, além das questões técnicas da robótica, a discussão sobre a educação antirracista. Quando cheguei na escola me deparei com uma dificuldade, que infelizmente é uma realidade das escolas públicas, em que existem kits de robótica, mas infelizmente não conseguimos utilizá-los por limitações técnicas. Assim, toda a semana transportamos nossos próprios equipamentos. Em relação aos estudantes foi muito motivador, pois são muito interessados, se entregam, se envolvem de fato com as atividades. Vale mencionar que a produção final foi um teatro de dois robozinhos juntos a um terceiro personagem surge em filme. Os estudantes programaram os robôs, os bonecos afrocentrados, as imagens dos vídeos, gravaram e editaram os áudios e usaram IAs para dar vida às imagens. Confesso que a questão do deslocamento semanal junto com o pouco tempo para trabalhar acabou sendo um empecilho, mas mesmo assim foi muito produtivo e muito gratificante.” Entrevista com Fábio Luiz Faria da Silva compartilhada com o VOX. compartilhada com o VOX.
Ed. 17 Segredos nota mil — Ed. 17, p. 3
Segredos nota mil: Dicas para uma boa redação Você já travou na hora de começar a redação? Já teve mil ideias, mas nenhuma parecia boa o bastante? Para muitos estudantes a redação é a etapa mais difícil nos vestibulares. Pensando nisso, o VOX: Jornal Estudantil conversou com a egressa do campus campo grande Laiane Marques Jacinto, que deu um show nos vestibulares e garantiu uma boa nota na redação. Juntos vamos destacar os principais pontos para uma redação nota mil. Antes de começar a escrever, leia com atenção o tema proposto e os textos de apoio. Ao ler o tema é normal que várias ideias surjam, ter calma é um momento crucial, para não se atrapalhar você pode colocá-las em tópicos. Desenvolver suas ideias de forma coerente e clara é o que vai tornar sua redação nota mil. É importante que seu texto seja coerente, use conectores para ligar as frases e parágrafos, o uso da linguagem correta vai deixar seu texto claro e fluido, evite gírias e abreviações. Além de tudo isso, um texto dissertativo-argumentativo se constrói através de argumentos, dados reais e exemplos consistentes. Antes de entregar sua redação faça uma breve revisão, atente-se aos erros gramaticais e ortográficos, se o texto ainda não saiu do rascunho leia atentamente, confira se a proposta está clara e seus parágrafos estão conectados. A estrutura base das redações inclui: Introdução, desenvolvimento e conclusão. Após anotar suas ideias você pode desenvolver elas com cada parágrafo. ● Introdução: Na introdução você deve apresentar o tema e sua tese, de forma clara. ● Desenvolvimento: No desenvolvimento você vai defender sua tese com base em argumentos e exemplos válidos. ● Conclusão: O parágrafo final do seu texto, nele faça um breve resumo das suas ideias e retome a tese, sempre defendendo seu ponto de vista. Organização Planejamento Desenvolvimento Agora que você já sabe um pouco mais dos fundamentos para uma boa redação, que tal analisarmos um modelo de redação da ex-estudante Laís Jacinto que fez uma pontuação incrível no ENEM. Vamos ver como a estudante aplicou as dicas no seu texto: Tema: "Desafios para a valorização da herança africana no Brasil" Pontuação: 920 pontos Tese explícita, introdução clara: A introdução deixa claro a tese, reforçando o tema abordado e trazendo a possibilidade de abordar outras problemáticas. Argumentação concreta e real: Argumentação desenvolvida através de dados reais, com uma visão crítica, demonstrando domínio do atual contexto social e político. Repertório enriqueceu a argumentação: Referências reais e ricas, o uso da obra ‘O cidadão de papel’ do autor Gilberto Dimenstein enriqueceu a tese apresentada. Intervenção completa: Proposta de intervenção clara e objetiva, sugerindo soluções práticas e restritas. Laiane Marques Jacinto Técnico em Eletrotécnica Referências DICA: Antes de escrever, reflita: qual posição você quer defender? Deixe isso evidente logo na introdução. DICA: Escolha referências que você realmente conhece. A correção valoriza profundidade, não apenas menções soltas. Revisão
Ed. 15 Damas Literárias na FEBRACE: Destaque na área da — Ed. 15, p. 3
Damas Literárias na FEBRACE: Destaque na área da educação VOX - Deixe um recado para nossos estudantes. A.B - “É a melhor coisa que vocês podem fazer! No IFMS os cursos nem sempre são para todos os gostos, tendo proximidade com a área de exatas, e se por exemplo você é da área de humanas você pode se encontrar em um projeto. Mesmo que não seja esse o caso, você se sente importante, fazendo algo importante para o mundo, revolucionando! Se você possui uma ideia de projeto, procure um professor, eles sempre estão dispostos a te ajudar.” Você ficou sabendo ? O projeto Damas Literária recebeu durante a fecINTEC 2024 a credencial para participar da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) que é um programa de talentos em ciências e engenharia que estimula a cultura científica, o saber investigativo, a inovação e o empreendedorismo em jovens e educadores da educação básica e técnica do Brasil. Neste contexto da FEBRACE o projeto Damas Literárias foi apresentado para estudantes, professores e avaliadores que tiveram a oportunidade de conhecer o projeto que tem a prerrogativa de resgatar mulheres esquecidas por meio da história republicando os textos em coletâneas. Assim, já foram publicados dois e-books com biografias e reescrita dos textos. O projeto recebeu o prêmio FUVEST de destaque em educação, confira a seguir a entrevista com a estudante que nos representou! Entrevista com Angelina Quevedo Bakargi VOX - Como foi a experiência de representar o IFMS em uma feira nacional? Angelina Quevedo Bakargi - “Participar da FEBRACE foi uma experiência única, mesmo não sendo minha primeira feira. Representar o IFMS em outro estado e em uma feira brasileira foi incrível. As pessoas são totalmente desconhecidas diferentemente das feiras do nosso estado. Alguns de vocês já visitaram e viram as apresentações em nossas feiras científicas, mas estar em São Paulo na USP tudo se tornou novidade.” VOX - Como é o processo de conciliar o estudado com as suas obrigações no projeto? A.B - “Como o Damas Literárias é um projeto totalmente envolvido com literatura é mais fácil de encaixar, por exemplo, em um momento de lazer eu posso ler um livro que é necessário para o projeto. E muitas vezes, os livros que o projeto demanda coincidem com as leituras obrigatórias de alguns vestibulares e acabou conciliando os estudos no IF com as leituras do projeto. Claro, não deixa de ser um pouco difícil!” VOX - Na sua opinião qual foi o momento mais crítico/de maior dificuldade no seu projeto? A.B. - “Um pouco antes da viagem, eu acabei me sentindo insegura de ir sozinha e de participar de uma feira tão importante, mas já durante a feira, isso tudo foi superado e apresentei para muitas pessoas. Durante as apresentações e em alguns momentos sentia muito cansaço a ponto de quase ficar sem voz e por mais que estivesse sozinha estava representando minha instituição, era o que mais me dava forças. Quanto aos projetos, nossa maior dificuldade são as datas próximas da publicação do livro, que veio acompanhado de muitas obrigações , mas deu tudo certo e conseguimos publicar mais uma edição do nosso livro.” VOX - E qual foi o mais gratificante? A.B - “Em dois momentos: no primeiro quando aconteceu a publicação do livro em que pude ver todo meu esforço e das minhas colegas materializado nas páginas e tudo se tornou realidade. O segundo com os prêmios que ganhamos, a sensação de escutar meu nome e o do projeto é sempre uma felicidade inexplicável, é muito boa. Tenho muito orgulho de desenvolver projetos como esse e estar no grupo.” Escaneie o QR code e veja um pouco mais do trabalho das nossas Damas Literárias Volume 1 Volume 2
Ed. 14 DIAMOND — Ed. 14, p. 9
DIAMOND EGRESSOS DE ELETROTÉCNICA Eng.E l é t r i c a U Clara Ferreira do Couto F S M Gustavo Moreno de Souza Eng. Elétrica - IFMS Ed. Física - UFMS F M S I T L Eng. Automação e Controle Vitor Porto Cavalcante Vieira - UFMS B i s o l ó g i ca E n g . E l é t r i c a I F M S U F M S e E n g E l é t r t r ô n i c a . E n g . E l é t r i c a U F M S U F S C Arthur Wust de Freitas Laiane Marques Jacinto Maressa Adriane Godoy e Silva A equipe do VOX: Jornal Estudantil parabeniza e deseja prosperidade nessa nova fase acadêmica. Que as experiências do IFMS construa excelentes profissionais, sucesso!
Ed. 14 DIAMOND — Ed. 14, p. 8
DIAMOND EGRESSOS DE INFORMÁTICA Ariel Escobar de Souza Dilan Rocha de Souza Lima Juliana Pereira de Jesus Lara Pereira Santos Luiza Akemi Luiz Henrique Alves Mercado Manuela dos Santos Rojas Otávio Augusto da Silva Ferreira Engenharia Aeroespacial - UFSC Engenharia - UnB Física - USP | UFMS Astronomia - USP Ciências da Computação UFMS G e o l o gia USP Gestão Ambiental - UFMG M e d i c i n a U F M S Ciências da Computação UFMS G e o g r a f i a U F M S Gestão de Recursos Humanos UFMS Softwar e U F S E g n M
Ed. 14 DIAMOND — Ed. 14, p. 7
DIAMOND Mais um semestre finalizado com sucesso, o IFMS celebra o ingresso dos nossos IFanos na faculdade, a equipe do VOX parabeniza e deseja sucesso nesta nova caminhada! Vamos conhecer quem são os estudantes aprovados no vestibular de 2025: Egressos que nos orgulham: conheça os IFanos que realizaram o sonho de entrar na faculdade Ana Lissa Alves Soares Letras - UFMS Ana Jhulia Souza Franco Fonoaudiologia - UEMS Medicina Veterinária - UFMS Anna Giulia Bardella Silva Eng. Física - UFMS EGRESSOS DE MECÂNICA Amanda dos Santos Miranda Odontologia - UFMS Cattarina Suarez Gobbo Física - UFMS Camila Rodrigues Cunha Jornalismo - UFMS Igor Herrera Lopes dos Santos Medicina Veterinária - UFMS Emily Lobo Vieira Agronomia - UFMS Zootecnia - UFMS Luna Vitória Da Silva Lermem Odontologia - UFMS
Ed. 13 Um caminho para a liderança: Estudantes do IFMS em Harvard! — Ed. 13, p. 7
Um caminho para a liderança: Estudantes do IFMS em Harvard! DIAMOND Adrielle Almeida - “No último ano o IFMS Clube de debates Rebello Mendes mais ainda estava em um modelo muito arcaico porque não estava fluindo. Participei algumas vezes dos debates e depois comecei a estudar como funcionava na teoria mesmo” Davi Gaborim - “Ano passado fizemos essa mesma aplicação, porém, não passamos. Desde então,eu tenho treinado e praticado observando diversas simulações. Gosto também de participar das reuniões onlines de debate por todo o Brasil ” A Harvard Model United Nations (HMUN) é uma simulação da Organização das Nações Unidas realizada anualmente na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos e, os estudantes Adrielle, Ana Paula, Davi, Henrique Priscila e Maria Clara do campus CG foram selecionados para participar dessa prestigiada simulação para representar nosso IFMS. A seguir, temos uma entrevista feita com os estudantes Adrielle Almeida e Davi Gaborim: VOX JORNAL ESTUDANTIL - Durante seus anos acadêmicos, vocês já tiveram alguma experiência anterior com simulações da ONU? VOX - Baseado em todas as suas realizações, o que vocês esperam aprender enquanto estiverem em Harvard? A.A - “ Espero aprender um pouco sobre o resto do mundo, ter contato com outras culturas é uma das partes mais interessantes em estar fora do Brasil. Ter a chance de conversar com estudantes do mundo inteiro é o principal, pois não necessariamente queremos ser diplomatas na nossa vida, porém essa oportunidade em qualquer âmbito profissional é algo muito impactante.” A.A - “ Eu sempre tento pensar no porque estamos indo, muitas pessoas pensam que estamos indo somente pelo English Club, mas não é. Dentro do English Club nós temos um projeto de pesquisa que é sobre internacionalização e, desde o ano passado nós acrescentamos um projeto com essa mesma temática na FECINTEC que é um projeto para auxiliar os estudantes a saírem do país. Acredito que todos os estudantes são capazes de chegar a lugares como a Harvard e meu objetivo é provar esse ponto e abrir novas oportunidades aos estudantes.” D.G -“Sei que a liderança é algo muito importante em qualquer área da sua vida, a profissão que nós iremos escolher, independente de qual seja vai precisar de um perfil de liderança. Então como meu objetivo quero exercer essa prática de buscar melhorá, prática da oratória e retórica para poder dar o meu melhor sempre. ” VOX- Tem algum recado que vocês gostariam de deixar para os nossos estudantes que desejam ter essas mesmas experiências? A.A - “ Aproveitem! O IF é um lugar cheio de oportunidades desse tipo, somos nós que estamos indo, mas poderiam ser vocês! Acredite e se esforce para isso e tudo de melhor pode lhe acontecer ! Ei corujinha, você sabe como pode contribuir para fazer essa viagem acontecer? Escaneie o código e contribua para que os nossos estudantes possam realizar seus sonhos! D.G -“Eu sempre digo que me sinto realizado no IF, é um lugar cheio de novas oportunidades para irmos atrás do que queremos, então a dica que eu tenho é não ter vergonha do que você quer e não ter medo de tentar. Assim como tivemos ajuda, espero que outras pessoas busquem nossa ajuda pois, vamos estar completamente dispostos a ajudar. ” D.G -“Para mim, a principal questão é você praticar a liderança, então para estar ali na frente você precisa se organizar, são horas e horas de simulação com pequenos intervalos e isso acaba se tornando muito cansativo e também os temas são sempre questões muito delicadas que você precisa tratar em horas. Isso é algo que desenvolve um senso de liderança nas pessoas, esse contato, organização e trabalho mútuo para o bem da sociedade.” VOX - Quais são os objetivos principais para essa simulação da ONU?
Ed. 12 Do IFMS para o mundo: Guilherme de Moraes realiza sonho acadêmico — Ed. 12, p. 2
Do IFMS para o mundo: Guilherme de Moraes realiza sonho acadêmico de ir estudar no Canadá! DIAMOND VOX JORNAL ESTUDANTIL - Sabemos que você foi um dos 16 estudantes escolhidos para receber uma bolsa de estudos no Canadá, quais suas expectativas para a vida no Pearson College? Guilherme de Moraes - “Minha expectativa para a vida no Pearson College é de crescimento pessoal e acadêmico. Estou muito animado para estar em um ambiente internacional, onde posso aprender com pessoas de diferentes culturas e perspectivas. Além disso, espero me envolver em projetos que promovam a sustentabilidade e a busca pela equidade social, que são áreas de grande interesse para mim. Acredito que o Pearson será desafiadora e me ajudará a sair da minha zona de conforto, desenvolvendo habilidades que vão muito além da sala de aula.” VOX - Por que da escolha do bacharelado em “Liderança em Ações Climáticas”? G.M - “A escolha pelo CALD vem também da minha paixão por questões ambientais e pela necessidade urgente de enfrentar a crise climática. O mundo está em um ponto crítico, e acredito que as soluções para os desafios que enfrentamos grande organização para agir de forma colaborativa e inovadora. Esse curso oferece a oportunidade de não apenas entender os aspectos científicos das mudanças climáticas, mas também de desenvolver as habilidades - que promovam essas mudanças, uma das formas de fazer úteis meus interesses acadêmicos em um propósito grandioso, contribuindo para causa muito maior que eu.” VOX - Como você acha que suas experiências no IFMS podem auxiliar nessa sua nova fase? G.M - “Minhas experiências no IFMS foram fundamentais para me preparar para essa nova fase. O ambiente do IF me incentivou bastante a buscar pela inovação, sempre crítica e colaborativa, habilidade essa que considero essencial para lidar com qualquer problema complexo. Participei de projetos voltados à educação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Tudo isso contribuiu para moldar meu compromisso com causas sociais e ambientais, e acredito que essa base me dará confiança para enfrentar os desafios que estão por vir.” VOX - Qual é a sensação de sair do Brasil e ir para o Canadá? Como você está lidando com esse sentimento de mudança? Família, amigos e a namorada, como administrar tudo isso? - para as novas responsabilidades e tentando me organizar para sempre manter contato com todos que são importantes para mim. Nossas conversas têm sido sobre como fazer isso funcionar e acredito que manter um equilíbrio entre o emocional e o objetivo. E sempre com o apoio das pessoas que amo é essencial. Não posso deixar de agradecer pelo apoio que minha família e minha namorada tem me dado, nada disso seria possível sem esse apoio.” VOX - Depois de tantas experiências incríveis, qual mensagem você gostaria de deixar para nossos estudantes? G.M - “A mensagem que eu deixo para os estudantes é: nunca subestimem os seus sonhos e sua dedicação. Muitas vezes, achamos que certas oportunidades estão fora do nosso alcance, mas, com determinação e foco, podemos conquistar mais do que imaginamos, estar no IF é prova dessa potencialidade. Não tenham medo de buscar caminhos diferentes, e errar várias vezes, pois é nesses momentos que crescemos de verdade. Além disso, valorizem o aprendizado, os convívios de todas as formas – dentro e fora da sala de aula. As conexões que vocês fazem, os desafios que enfrentam e as experiências que acumulam são importantes. Todos temos o potencial de causar um impacto no mundo, e isso começa quando afetamos o outro, por menor que isso possa parecer. Então, tenham coragem de expressar sua vontade!” G.M - “A sensação de sair do Brasil e ir para o Canadá é um misto de empolgação e ansiedade. É incrível pensar nas novas oportunidades, nas pessoas que conhecerei e no ambiente de aprendizado que o Pearson College oferece, mas, ao mesmo tempo, existe a saudade antecipada de casa, da família e dos amigos, sem dúvidas é um grande desafio equilibrar todos esses sentimentos. Para lidar com essa mudança tenho me preparado -
Ed. 11 Ctrl+Femme participa da SBPC jovem em Belém do Pará — Ed. 11, p. 7
Ctrl+Femme participa da SBPC jovem em Belém do Pará DIAMOND O IFMS na SBPC: A equipe do projeto Ctrl+femme nos contou sobre a participação na feira, confira na entrevista a seguir! O Ctrl + Femme é um grupo de estudantes do IFMS que busca pela divulgação científica e a visibilidade feminina na ciência através de projetos e ações afirmativas! Um dos principais projetos é a produção do livro “Heroínas Brasileiras e as histórias nunca contadas”, enquanto as outras ações são oficinas oferecidas para o campus Campo Grande/IFMS e divulgação científica das mais diversas formas. O grupo tem o principal objetivo de colocar as meninas estudantes em posição de protagonismo, ministrando oficinas e produzindo ciência para todos e por elas! Ctrl+femme VOX JORNAL ESTUDANTIL - Como foi o processo de desenvolvimento do projeto? Manuela Rojas - “Para o desenvolvimento do livro foram realizadas atividades de levantamento bibliográfico, de escrita, de revisão, de leitura e de ilustração. Assim, para o projeto é proposto a pesquisa voltada às cientistas brasileiras que desenvolveram suas pesquisas e feitos nas mais diversas áreas! No início, nossa equipe era composta por 6 estudantes, 3 delas egressas do curso técnico de informática hoje em dia. Nos separamos em dois trios de escritoras e desenhistas, e desde que começamos, era feita uma troca constante de cada uma das criações: enquanto uma pesquisava e escrevia uma história, a outra lia esse roteiro inicial e retornava com feedbacks construtivos e uma primeira versão da ilustração. Então o livro foi uma construção coletiva que buscava se aprimorar a cada momento, e fizemos isso sempre juntas. VOX - Fale um pouco sobre os encontros para o desenvolvimento do projeto, como funcionam? MR - “Os encontros são realizados semanalmente no laboratório técnico do NuAR, toda quinta ou sexta feira, dependendo dos horários do semestre. Mas quando não conseguimos, fazemos reuniões online e nos resolvemos em horários vagos.” VOX - Por que vocês decidiram fazer parte do projeto? MR - “ Eu sempre amei ilustrar. Desde criança, meu jeito de comunicar foi através do desenho e da pintura, e durante o fundamental participei de outros projetos de livros ilustrados, então já estava familiarizada com o tema quando a professora Marta Luzzi me convidou para compor a equipe do Ctrl + Femme.” Ana Clara - “A arte de representar a realidade é algo que me encanta desde de muito tempo atrás, a possibilidade de trazer a vida as histórias dessas mulheres escondidas na poeira do tempo foi algo que me chamou atenção no projeto e que me fez ter interesse em participar nele. E fazer um livro parecia uma ideia interessante a ser experimentada e realizada no ensino médio.” VOX - Nos falem sobre a experiência de participar da SBPC, qual foram os melhores momentos? MR - “Um deles definitivamente foi conhecer a Nísia Trindade, que é hoje a nossa ministra da saúde e uma das heroínas do nosso livro. Tirar uma selfie com ela, foi incrível! A experiência de ler, escrever e ilustrar uma pessoa por um ano inteiro e finalmente ver ela na nossa frente foi como um sonho. Outros ótimos momentos também foram os de troca que durou todos os dias de apresentação, praticamente. Conhecemos os estudantes, professores e pessoas de incontáveis regiões do Brasil, e todas tinham algo pra relatar ou complementar. Estávamos em um ambiente rico em diversidade, cultura e ciência, ter conhecido tantas mentes jovens e brilhantes foi um sopro de esperança para o nosso futuro!” VOX - Baseado em suas experiências pessoais com o caminhar do projeto, que lições e mensagens vocês gostariam de passar para nossos estudantes? AC - Um bom planejamento, esforço e trabalho em equipe faz com que trabalhos de grande complexidade, sejam possíveis de sair do mundo das ideias e criar asas para atravessar o caminho para a realidade.
Ed. 10 Diamond — Ed. 10, p. 6
Diamond Um gênio na matemática! A segunda fase da OMIF (Olimpíada de Matemática das Instituições Federais) ocorreu entre os dias 24 e 26 de maio. O IFMS marcou presença neste evento, e o campus Campo Grande também. O VOX conversou com o aluno Marcos Paulo Santos Ferreira de Andrade, para saber mais da sua paixão pela matemática e como foi o processo até a OMIF. A paixão por números e lógica começou logo cedo, desde novo, contou Marcos, foi a programação que ampliou a visão dele mostrando como a matemática é fundamental nas nossas vidas. Desde então ele começou a praticar mais a matéria, a matemática não é um bicho de sete cabeças, e pode ser compreendida por qualquer um, basta encontrar um ponto de interseção, que nem o Marcos encontrou na programação. É uma questão de encontrar o ângulo certo para abordar os problemas. Como estudante do curso técnico em informática, a matemática é uma ferramenta muito poderosa no mundo da tecnologia, Marcos não sente dificuldade em lidar com o curso e as atividades de fora, como a OMIF, mas não quer dizer que é fácil, é sempre um exercício constante de gestão de tempo e prioridade, em momentos assim temos que saber equilibrar nossas responsabilidades, fica a dica para nossos estudante. Para Marcos, a matemática acabou se tornando uma aliada da informática, ajudando ele a desenvolver pensamentos críticos e analíticos que é vital na resolução de problemas complexos na informática. Para manter o cérebro sempre atento e não dispersar, Marcos participa de estudos on-line, participa de projetos que exigem raciocínio lógico, e também está sempre buscando por desafios que estimulem o raciocínio. Para o Marcos está na OMIF é uma oportunidade muito boa, podemos imaginar a felicidade ao descobrir essa conquista, para ele estar representando o nosso campus foi um privilégio e uma responsabilidade que foi abraçada por Marcos. Apesar do nervosismo inicial, cada teste foi uma chance para se desafiar ainda mais e superar seus limites. O Marcos deixou um recado para aqueles que têm curiosidade sobre a OMIF e incerteza sobre a matemática: “Mergulhem de cabeça! É um caminho repleto de descobertas e conquistas pessoais. E nunca esqueçam: cada tropeço é uma nova oportunidade para aprender e avançar. A persistência é o caminho para o domínio da matemática. E lembre-se: se por acaso cair, levante-se e tente novamente. ” Representando o Campus Campo Grande na OMIF
Ed. 09 3…2…1 FOGUETES NO CÉU DO IFMS RUMO À — Ed. 9, p. 2
3…2…1 FOGUETES NO CÉU DO IFMS RUMO À MOBFOG! Diamond No sábado (11/05), aconteceu a primeira fase de classificatórias para a Mobfog e participaram desse evento no campus CG, 11 de um total de 16 equipes inicialmente inscritas. Com o objetivo de lançar o seu foguete acima dos 100 metros, os estudantes iniciaram os lançamentos às 8h e tinham até as 10h da manhã para realizarem dois lançamentos, por equipe. Mas muito cuidado! A partir das 9h a ventania aumenta e, consequentemente, se torna mais difícil cada um dos lançamentos. Na disputa, os estudantes competem no nível 4, em que os foguetes precisam ser lançados a maior distância possível e o impulso deve funcionar com a pressão resultante da mistura do vinagre e do bicarbonato de sódio usado como combustível. Assim, as três equipes que tivessem foguetes lançados a maior distância, foram classificadas para competir na etapa nacional da Mobfog que será realizada na Barra do Piraí, no Rio de Janeiro. Agora, veja os ganhadores que irão para a etapa nacional: 1º Lugar: Heloísa Sampaio e Maria Fernanda com um alcance de 265m 2º Lugar: Douglas, João Vitor e Francisco com um alcance de 251m 3º Lugar: Rafael, Maressa e Renato com um alcance de 246m Dias antes da competição, alguns estudantes se reuniram para fazer lançamentos testes com seus foguetes, e durante esse curto período, tivemos a oportunidade de conversar com o professor Dante Mello, responsável pela coordenação das equipes. Venha conferir: Com a palavra o coordenador da MOBFOG no IFMS, o professor de Física Dante Chegou a tão esperada etapa local para a MOBFOG e, com ela, a animação total dos nossos estudantes apaixonados por foguetes. Venha acompanhar os detalhes da competição para a MOBFOG, com o Vox! “Meu nome é Dante Alighieri Alves de Mello, sou professor de Física. Iniciei no Instituto Federal no campus Aquidauana em 2012 e em 2017 vim para o campus Campo Grande. E foi em 2019 que nós iniciamos os lançamentos de foguetes para a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) aqui no campus CG.” O que é a MOBFOG? “A MOBFOG é a Mostra Brasileira de Foguetes. São foguetes construídos de garrafa PET, pode ser PET comum, PET retornável. E a partir de bases de lançamento também construídas pelos estudantes, são lançados foguetes e vence quem consegue maior alcance horizontal. Para que tudo isso aconteça, é preciso explicar que dentro do foguete tem uma reação de vinagre com bicarbonato de sódio que gera muita pressão. Mas não é só pressão! O foguete precisa também de uma boa aerodinâmica. Além disso, a equipe precisa estar bem entrosada para que cada um desenvolva sua função da maneira adequada e o lançamento possa acontecer. Nossa mostra de foguetes é 100% experimental e cada equipe precisa fazer lançamentos de mais de 100 metros para poderem participar da etapa nacional no RJ. E agora? No sábado dia 11/05 será o lançamento oficial? “Sábado será o lançamento oficial da amostra local. A MOBFOG tem essa etapa local, que é por escola. As três melhores equipes de cada escola que passam os 100 metros são convidadas a participar da etapa nacional. E desde que começamos com a etapa local sempre fomos classificados para a etapa nacional. [...] A nossa meta é que todos os câmpus possam participar, porque é um crescimento para todos do IFMS, de modo geral, explica o coordenador, Dante.” De onde surgiu a ideia de participar da Mobfog? “Inicialmente o professor Joelson tinha falado da Mostra de Foguetes comigo. Antes, em Aquidauana, também o professor Ronivan já tinha sugerido o trabalho com os foguetes. E em 2019 um grupo de estudantes sugeriu a ideia e o convite para orientá-los. Isso é muito importante, destaca o professor Dante, que a ideia e a vontade venham dos estudantes”. Organizadores do MOBFOG Participante das MOBFOG
Ed. 08 DIAMOND — Ed. 8, p. 6
DIAMOND EGRESSOS DE MECÂNICA Ana Luíza Billerbeck Direito - UFMS Roberto Ornela História - UFMS Ashylla Cruz de Carvalho Letras Port./Ingles - UFMS Evelly Isadora Albres Ciencias Biológicas - UEMS Audiovisual - UFMS Luís Henrique Abreu Engenharia Mecanica - IFMS Irís Taveira Aragão Fisioterapia - UCDB Guilherme Naujorks Zootecnia - UFMS Engenharia Agro. - UNINTER Heloísa Maluf Ciências Sociais - UFMS Eng. de Alimentos - IFGO Letras Port./Ingles - UFMS e UEMS Raquel Santos Hach Engenharia Elétrica - UFMS Lethicia Faustino Ciências Sociais - UFGD História - UEMS João Vitor Padilha Eng. Mecanica - IFMS Eng. Ambiental - UFMS Arthur Filartiga Eng. Mecanica - IFMS Sist. para Internet - IFMS É com muita felicidade que compartilhamos esses marcos e parabenizamos a todos! E para quem também tem esse sonho, saiba que ele não está tão distante assim, confie em você mesmo e no seu potencial. Desse modo, quem sabe você não é nosso próximo Diamond! Para assistir o relato de uma estudante que saiu do IFMS para Física - UFMS e, depois, para USP clique no link: https://www.instagram.com/reel/C4WF1hHprTr/?igsh=emUxaGgyc2wzMG1z
Ed. 08 DIAMOND — Ed. 8, p. 5
DIAMOND EGRESSOS DE INFORMÁTICA Nicolas Santos de Sá Letras Portugues/Ingles - UFMS Estefania Dubay Sistemas de Informação - UFMS Ana Beatriz de Araujo Engenharia de Software - UFMS Melly Araujo Miranda Ciências da Computação - UFMS Ana Ottoni Engenharia de Software - UFMS Maria Eduarda da Silva Engenharia de Software - UFMS Otávio Meaurio da Silva Direito - UFMS Gabrielli Rodrigues Audiovisual - UFMS
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DIAMOND Egressos de ouro! Conheça os ex-IFanos que entraram na faculdade em 2024 A faculdade é um sonho da maioria dos estudantes do ensino médio, em função disso, resolvemos exaltar alguns IFanos que conquistaram a tão sonhada vaga. Sinta-se inspirado com essas aprovações! EGRESSOS DE ELETROTÉCNICA Fernanda Tashima Relações Internacionais - USP Thales Partel Engenharia Ambiental - USP Eng. Materiais e Manufatura - USP Engenharia Elétrica - USP Engenharia Agrícola - UNICAMP Engenharia Civil - UFSCAR Rafaela Oghino Engenharia Elétrica - UFMS Kauã Silva dos Santos Medicina Veterinaria - UFMS Kamily Dorileu Engenharia Elétrica - UFMS Kari História Licenciatura - UFMS Julia Moto Direito - Uniderp - PROUNI Engenharia elétrica - UFMS e IFMS Jonathan Pereira Engenharia de Software - UFMS Guilherme Gonçalves Odontologia - UNIDERP
Ed. 07 Qual a maior dificuldade que enfrentaram durante o desenvolvimento do projeto? — Ed. 7, p. 4
Qual a maior dificuldade que enfrentaram durante o desenvolvimento do projeto? As meninas contam que a maior dificuldade que enfrentaram durante o projeto foi no início, pois não tinham um apoio para guiá-las de perto, e o tempo era curto para a finalização do projeto. Sobre o programa Power Girls O programa Power Girls é destinado para meninas e tem como objetivo o empoderamento feminino e inclusão ao mundo do empreendedorismo. Segundo Eduarda, o programa é uma preparação para a carreira acadêmica e para o futuro de meninas, pois dentro do programa se aprendiam diversos temas como inclusão, acessibilidade e temas sobre oratória e persuasão para vender o seu produto. Ela ressalta que o programa é muito importante pois te prepara para situações específicas para a área da pesquisa. Neste ano, o programa contou com 105 inscrições de todos os Institutos Federais, e foram selecionados 20 projetos com quatro meninas e seu respectivo orientador. As meninas do nosso campus foram as únicas a representar o IFMS em Brasília, corujinhas! Como foi a experiência de ir para Brasília apresentar o projeto e representar o câmpus Campo Grande? “Sem igual, é uma sensação inexplicável”, comenta Amanda. As estudantes contam que ficaram muito felizes e animadas em poder representar o IFMS em Brasília e de conhecer pessoalmente a embaixadora do Power Girls, os organizadores e os seus mentores que o acompanharam durante toda a jornada. Durante o desenvolvimento de todo o projeto, as meninas tiveram a oportunidade de conversar com representantes de várias empresas grandes no mercado, como a Google, Samsung e o representante do Rock In Rio. O que o projeto agregou para a vida pessoal de vocês? Amanda: O projeto nos trouxe muita empatia com o próximo e a experiência de vivenciar por 3 dias uma imersão no programa Power Girls! Cattarina: O programa Power Girls me fez ser mais comunicativa, nós tivemos muita preparação e isso me fez melhorar minha comunicação e a das meninas também. Ana Luisa: Eu pude conhecer várias áreas como a elétrica, mecânica, e saúde. Me colocaram em várias situações forçadamente e eu tive que me virar. Eduarda:Eu sou uma pessoa muito tímida, e executar as atividades que o programa mandava me ajudou bastante, foi uma experiência muito boa e melhorou muito minha comunicação e escrita! Amanda: O projeto realmente nos ensina a empreender e a depender só de si mesma, com a coragem e a própria capacidade, confiar em você e não deixar as pessoas duvidarem. Mensagem para as estudantes do IFMS que gostariam de participar de projetos como esse “O que você tiver de oportunidade, faça, algum momento aquilo vai ser importante para você!” Para seguir o instagram do projeto Specula, clique aqui ou escaneie o QR CODE ABAIXO: Spoiler: O grupo Specula pretende continuar o projeto para a melhoria dos óculos para a epilepsia pretendem conversar com especialistas em neurologia para o aprimoramento do óculos e para ampliar o conhecimento que elas têm sobre o assunto! Até mais, corujinhas!
Ed. 07 Grupo Specula-Conheça as estudantes que representaram o IFMS em — Ed. 7, p. 3
Grupo Specula-Conheça as estudantes que representaram o IFMS em Brasília, no projeto Power4Girls! O grupo Specula é formado por estudantes do 4ºsemestre do curso técnico integrado em mecânica no IFMS. Abaixo estão as desenvolvedoras do óculos para epilepsia fotossensível Amanda Pessoa, Eduarda Gimenez, Ana Luiza Guerra, Cattarina Gobbo e o seu respectivo orientador Célio. Quer saber um pouco mais sobre o projeto? Continue a leitura que a coruja te mostra! O que é o projeto "Specula"? A ideia foi do grupo? E o nome do projeto, tem algum significado? O projeto consiste no desenvolvimento de um protótipo de um óculos para pessoas portadoras de Epilepsia acabam se privando de muitas atividades e dentro delas as principais como lazer. O grupo trabalha com visor de máscara de solda e circuito de arduíno, que programam com códigos, tudo isso com a ajuda do orientador Célio. A ideia foi inteiramente do grupo, que descobriu sobre a Epilepsia coincidentemente por uma reportagem, e logo após pesquisas e correções aprofundadas a idealização estava completa. O nome do projeto significa "óculos" em latim. Como surgiu a iniciativa do projeto? Foi uma iniciativa dentro ou fora do IFMS? Cattarina: A iniciativa foi de fora, já que é um programa da embaixada e tem o apoio do CONIF que é as organizações de todos os institutos federais do Brasil. Ana Luiza: Também corremos atrás do apoio do Otávio Trad, que se propôs a nos ajudar. Amanda:Além do apoio do nosso orientador Célio, que nos ajudou muito! Cattarina: E nosso mentor, Marcos Vinicius, que nos deixava a par do que acontecia no programa lá em Brasília, além de nos ajudar imensamente nas partes teóricas. Grupo Specula. Como foi desenvolver um protótipo para ajudar na inclusão e acessibilidade de portadores da Epilepsia Fotossensível? Eduarda: Foi muito desafiador, mas super legal! É um projeto de extrema importância e que pode ajudar muitas pessoas. Sempre que penso sobre isso fico feliz por fazer parte dessa equipe. Ana Luiza: O projeto nos fez ter empatia, imaginar como é passar por diversas situações onde as pessoas portadoras de epilepsia são privadas, e sentir vontade de melhorar a vida delas, trazendo conforto e fazendo com que ela viva situações normais Como o projeto influenciou na área do curso técnico de vocês ? O projeto teve sim, influência na área da mecânica. As meninas afirmam ter mais conhecimento na parte das ferramentas, mas o trabalho envolveu muito mais a eletrônica, área que nenhuma delas sonhava em conhecer.
Ed. 06 Uma mulher cientista que marcou as integrantes do Crtl+Femme — Ed. 6, p. 2
Uma mulher cientista que marcou as integrantes do Crtl+Femme Ana Clara Ottoni - “Natália Mota. Ela foi entrevistada pelo grupo e eu fui a responsável pela ilustração. Fiquei muito interessada, pois ela é neurocientista e desenvolveu um software que facilita o diagnóstico de doenças neurológicas, como a esquizofrenia. Foi incrível ouvir sua história de vida e como a ciência e os estudos fizeram parte de sua trajetória como pesquisadora.” Beatriz Dávalos - “Eu gosto da Dorina, pois ano passado, antes de começar todo o processo de pesquisa do livro, teve uma oficina de animação e precisávamos fazer uma animação sobre alguma das heroínas cientistas e a única que se encaixava nos critérios era ela. Dorina ajudou a trazer o braile para o Brasil e com sua determinação ajudou muita gente a ler o mundo de outra forma, além de ser conhecida hoje como a “Dama da inclusão. Cabe lembrar que Maurício de Souza eternizou a Dorina na figura da Dorinha, da turma da Mônica, aproximando a história da nossa heroína ao mundo das crianças.” Qual a sensação de produzir um livro e saber que irão fazer da divulgação das mulheres cientistas, não só para crianças, mas na vida de muitas pessoas? “Fazer parte de um projeto de Iniciação Científica é muito importante, pois além de aprendermos os métodos científicos, desenvolvemos todo o processo a partir de uma temática muito grandiosa, que é a visibilidade feminina na ciência. Assim, além do livro, nossa satisfação é saber que colaboramos com o aprendizado de outros jovens e que esse ciclo pode melhorar cada vez mais, pois é no ensino médio que começamos nossa formação social e cidadã.” Ao serem questionadas sobre uma palavra que define o projeto, as meninas disseram: “Inspiração” e de fato, corujinhas, o livro é cercado de mulheres inspiradoras nas mais diversas áreas da ciência. Inspiram, representam e encorajam outras mulheres a fazerem parte desse mundo tecnológico, científico e inovador. Ficou curioso(a) em ler o livro? Disponível gratuitamente neste link: Heroínas brasileiras e as histórias nunca contadas Acompanhe o Ctrl+Femme: INSTAGRAM Esperamos que tenha gostado de ler essa entrevista maravilhosa, corujinha! Até a próxima! FAÇA CIÊNCIA COMO UMA HEROÍNA BRASILEIRA Livro Impresso. Equipe Ctrl+Femme.
Ed. 05 LET’S BORA CONHECER O ENGLISH CLUB — Ed. 5, p. 11
LET’S BORA CONHECER O ENGLISH CLUB O Diamond da vez são os staffs do English Club, os responsáveis por fazer esse projeto, que visa promover o diálogo em ingles, acontecer! Pedimos para definirem o projeto na prática, como estamos acostumados a ver nos vídeos que produzem. Queremos saber: vocês estão prontos para praticar o inglês junto com o English Club? João Lucas: For me, the English Club is a genius initiative that should be implemented in every school, and a place where you build connections/friendships with interesting and diverse people. Maria Clara Barcelos: For me the English Club is way more than just English conversations, it's about connection, we learn better ways to speak English while really get to know each other and form friendships. Our Let’s Bora sessions are always so interesting and fun, we meet really nice people and talk about everything, since hobbies, movies, music, preferences of weather to discussing the Twilight triology and Taylor Swift songs! It's something that I just love doing it. Teacher Fernanda Belarmino: The ENGLISH CLUB project aims to promote opportunities for the development of English language teaching and learning, integrating it with areas of knowledge in dialogue with technological and professional education at the Federal Institute of Mato Grosso do Sul. The Club is composed of teachers, students, and staff interested in expanding, enhancing, and developing the language within their community while engaging with other areas of knowledge. To achieve this, activities are offered in the English language that involve the language, contributing to the intellectual, scientific, artistic, and cultural production of students and staff. English Club through staff’s eyes Diego: The English Club is a project that promotes English conversation activities ranging from basic to intermediate/advanced, making the participant develop their English skills in addition to making new friendships with people who have the same interest in learning and having fun, in English. Giovanna: the English Club is a great project that seeks the initiative of conversation in the English language, giving countless opportunities for students and the Staff to interact in spontaneous and fun ways along the topics of these conversations. Adrielle: For me, English Club is an achievement. I spent a year taking courage and doubting my ability, and now the English Club is one of the best parts of my week. It's a time when I can test and improve my knowledge while passing it on to other people and also doing things that I enjoy doing. Davi: For me, the english club was the project that embraced me as soon as I entered the institute, both for its reception by the teacher and the staff members. All this brings me a unique gratitude to the project and teacher Fernanda ccxs’ Preparamos um caça palavras com as informações grifadas nos textos para que você possa aprender mais sobre cada um dos membros, enjoy! LET’S PLAY!
Ed. 03 PRÓXIMA PARADA: OLIMPÍADAS DE HISTÓRIA! — Ed. 3, p. 13
PRÓXIMA PARADA: OLIMPÍADAS DE HISTÓRIA! A Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) é um dos maiores projetos de extensão da UNICAMP. A primeira edição aconteceu em 2009 e, desde então, já contou com a participação de meio milhão de estudantes, muitos deles, IFanos! Como funciona? O principal objetivo da Olimpíada de História é incentivar o desenvolvimento da análise crítica e discussões sobre temas diversos. Os grupos são formados por três estudantes e um professor de história, que participam de seis fases com duração de uma semana, em que cada etapa é composta por questões e tarefas. No ano passado, a equipe "Os Grandes Navegadores", composta pelos estudantes Otávio Augusto, Erick Pereira e Pedro Henrique Guimarães, junto com o professor Adilso Garcia, foram a primeira equipe do IFMS a conseguir se classificar para a etapa final e presencial em Campinas, por isso, merecem um espaço de destaque! E a premiação? A ONHB é encerrada com uma fase presencial realizada em Campinas. Os finalistas fazem uma prova e participam da cerimônia de premiação, na qual são entregues medalhas de ouro, prata e bronze. Você sabia? Neste ano, na 15ª Olimpíada Nacional em História do Brasil, 10 das 26 equipes classificadas para a quarta fase, no Mato Grosso do Sul, são coordenadas pelo professor Adilso! A equipe do VOX: Jornal Estudantil gostaria de parabenizar o professor e os estudantes pelo ótimo desempenho e dedicação na ONHB!
Ed. 03 3, 2, 1… LANÇAR! ESTUDANTES DO NOSSO CAMPUS — Ed. 3, p. 12
3, 2, 1… LANÇAR! ESTUDANTES DO NOSSO CAMPUS DECOLANDO NA MOBFOG! A Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) tem como objetivo despertar o interesse dos jovens pela astronáutica, astronomia, física e ciências através da criação de foguetes com materiais simples, mas que, quando colocados juntos, podem decolar! Como os foguetes decolam? Os foguetes podem ter algum tipo de combustível, geralmente bicarbonato de sódio e vinagre, que reagem entre si liberando o gás dióxido de carbono, gerando uma alta pressão que impulsiona o foguete para frente. Os ângulos de lançamento ficam a critério de cada equipe, porém o de ângulo para maior alcance é o de 45 graus. Como funciona a competição? Na primeira fase, é necessário gravar um vídeo apresentando a equipe, seu foguete e seu lançamento e enviar à organização, junto com o alcance obtido. As três melhores equipes de cada escola brasileira participante, que consigam alcances de no mínimo 100 metros, são classificadas para a etapa nacional da MOBFOG, que acontece anualmente em Barra do Piraí - RJ. Como funciona a premiação? A premiação da primeira fase consiste em medalhas de ouro, prata e bronze para as equipes. Os classificados para a segunda fase concorrem a troféus. Você sabia? Atualmente, o recorde da MOBFOG é de um foguete produzido a partir de uma garrafa pet e fibra de carbono que alcançou 384 metros de distância! Você já viu algum foguete decolando pelo nosso campus? Se sim, saiba que o professor Dante Mello, de física, é responsável pela coordenação das equipes da MOBFOG. No sábado (13/05), foi realizada a etapa local e os estudantes Rafael Mendes dos Santos, Izabella Miranda Silva e Renato Oliveira Coelho Filho, da Equipe Atlantis Rockets, conseguiram o maior alcance do IFMS, 178 metros. Pelo sucesso dos lançamentos, as equipes da MOBFOG merecem um espaço de destaque! Preparação dos foguetes
Ed. 02 PRODÍGIO DO — Ed. 2, p. 10
PRODÍGIO DO ATLETISMO Única medalhista de todos os IFs no Nacional de Atletismo A entrevista do mês de abril foi com a nossa brilhante atleta Esther Peixoto do Nascimento, que narrou à equipe do VOX sua experiência como medalhista nacional. A Esther Atleta é uma menina focada e que busca, nos seus objetivos, fazer o melhor dentro da pista de atletismo. Ela conta que sua trajetória foi construída em meio ao atletismo, pois seus pais também são atletas a muito tempo. Os treinos começaram como brincadeiras, ela se divertia muito nas pistas de corrida, até que participou de sua primeira competição aos 6 anos, e desde então percebeu que esse era o esporte de sua vida. O processo de evolução em um esporte nunca é fácil, ela participava de pequenas maratonas, torneios municipais, até que aos 12 anos foi destaque em um campeonato estadual, em que foi vencedora entre competidoras dois anos mais velhas. O nervosismo sempre foi uma questão decisiva para a Esther, que ficava ansiosa e chegava até a passar mal, o que interferia muito em seus resultados. No entanto, mesmo durante a pandemia, seu amor pelo esporte e o apoio de seus pais, sempre a motivaram a melhorar cada vez mais. Após os períodos de lockdown, ela passou a competir na classificação de sub-16, e assim, percebeu que não precisava mais ficar com medo, pois agora ela tinha capacidade de correr contra meninas mais fortes. Isso era o que ela pensava até ganhar sua medalha de prata no Campeonato Brasileiro Escolar de Atletismo em 2023 e tornar-se a única estudante de todos os IFs a ganhar o pódio dos jogos escolares. Muitas vezes, a relação estudante-atleta pode ser muito complicada, para ela, a ajuda dos amigos da turma é essencial para que assim aprenda os conteúdos e não reprove nas disciplinas. Por outro lado, a parte mais difícil é ir treinar todos os dias, seja com desânimo, seja com dores persistentes, mas ela sempre se motiva quando lembra a importância dos seus lemas: "chora agora e ri depois" e, "Manter a disciplina e dedicação nos treinos, porque no dia da competição você vai perceber que tudo valeu a pena." Por fim, nossa atleta relata sobre a sua experiência nas pistas nacionais e, ainda nos confessa que o seu maior desejo é que o atletismo se torne sua profissão após o ensino médio, isso serve como uma motivação a mais para todos nós estudantes. A oportunidade de poder trabalhar com o que você mais ama, e se esforçar cada vez mais para melhorar suas marcas de tempo de segundo em segundo (ou nota escolar de décimo em décimo), deve ser sempre o incentivo de como devemos firmar nossos sonhos para transformá-los em realidade. A equipe do VOX agradece por ter cedido um pouco do seu tempo e da sua atenção para inspirar os nossos estudantes com a sua história e suas conquistas.